A cada minuto, R$ 4,78 são arrecadados.
Já doamos cerca de
para a saúde e a educação no Brasil.
>> Acompanhe a nossa prestação de contasContas de fim de ano, filas de compras, escolha de presentes e roteiros de viagens, festas de confraternização, planos para 2012... Tantas coisas - como também vimos na seção Proteger da edição 23 - só contribui para que os últimos meses do ano nos deixem ansiosos.
Mas não há o que temer. "A ansiedade é parte da vida. Todos nós já vivenciamos algum nível de ansiedade em determinadas situações e isso não é necessariamente uma patologia", explica Sâmia Simurro, psicóloga e mestre em neurociências e comportamento. "Só quando ela está excessiva e passa a comprometer as reações do dia a dia, é que pode levar a se desenvolver algum transtorno". E é nessa hora que os sintomas surgem: irritação, doenças e comprometimento dos relacionamentos e da qualidade vida.
Para saber se o seu nível de ansiedade está no limite, a psicóloga nos ajudou a preparar um teste.
Segura a ansiedade, pegue lápis e papel, e anote o número que melhor corresponda ao que você sente, sendo que:
0 = nunca
1 = um pouco
2 = moderado
3 = forte
1) Estou em um momento de mudanças pessoais difíceis em minha vida
2) Ando sem energia ultimamente
3) Tenho desafios importantes no meu trabalho que estão me preocupando
4) Sinto-me inquieto, tenso e apreensivo em relação ao futuro
5) Ando com dificuldades em dormir bem à noite e acordo cansado
6) Ultimamente fico triste e choro com mais facilidade
7) Estou menos tolerante e mais agressivo com as pessoas em geral
8) Percebo que estou com mais dificuldade de concentração e de memória
9) Tenho medo de perder o controle das coisas
10) Ando confuso e com dificuldades de tomar decisões
Quando terminar, some seus pontos e confira o resultado:
Se a soma dos pontos ficou entre 1 e 5
Livre, leve e solto
Parabéns! Você consegue lidar de forma equilibrada com as situações difíceis que surgem no dia a dia. Mantém o bom humor e possui uma visão positiva de si e do futuro. Nas dificuldades, possui bom autocontrole e age para a resolução adequada dos problemas.
Se pontuou de 6 a 10
Moderação é a melhor pedida
Se você está nesta faixa, precisa aprimorar seu autoconhecimento e suas formas de enfrentamento da ansiedade. Evitar preocupações excessivas, minimizar a tensão e exercer melhor o autocontrole nas situações de conflito pode ser um bom caminho. Procure situações onde possa relaxar com mais frequência, aproveitando melhor os bons momentos e evitando alimentar em si sentimentos negativos em relação às diferentes situações da vida.
Se somou mais de 10 pontos
Zona de risco
Nesta faixa de pontuação é importante uma reflexão sobre os diferentes aspectos de sua vida e suas formas de enfrentamento do stress diário. Um apoio de um profissional seria de grande importância e ajuda.
Escrito às 10h10 do dia 20 de dezembro de 2011
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Na seção Comer da Sorria 23 contamos para você um pouquinho da história da tradicional farofa, personagem principal em muitas mesas natalinas. Para quem acha que Natal sem farofa, não é Natal, separamos mais uma porção de receitas deliciosas para você poder escolher a mais gostosa para a sua ceia. As farofas salgadas são dicas da Ana Luisa Trajano, chef do restaurante Brasil a Gosto. Confira!
FAROFA DE PUPUNHA
Ingredientes
• 600 g de farinha de milho amarela
• 250 g de palmito pupunha desfiado
• 80 g de cebola fatiada
• 150 g de manteiga
• Sal e pimenta a gosto
Modo de preparo
Em uma panela grande refogue na manteiga o palmito e a cebola, acrescente a farinha de milho amarela e abaixe o fogo. Mexa o tempo todo para não queimar no fundo. Acerte o sal, a pimenta e desligue o fogo. Sirva quente.
• 250 g de farinha de mandioca
• 150 g de banana da terra
• 70 g de cebola picada
• 20 g de alho
• 100 g de manteiga
• 50 g de cebolinha fatiada
• Sal e pimenta a gosto
Em uma frigideira grande refogue na manteiga a cebola e o alho. Pique a banana em pequenos cubos e acrescente junto ao refogado. Misture bem e coloque a farinha. Abaixe o fogo e deixe a farinha cozinhar levemente, tostando por 20 minutos. Acerte o sal, a pimenta e misture a cebolinha.
FAROFA DE FEIJÃO VERDE
• 250 g de farinha de milho amarela
• 150 g de feijão verde cozido
• 100 g de bacon picado
• 70 g de cebola picada
• 20 g de alho
• 50 g de cebolinha fatiada
• 100 g de tomate picado
• 100 g de banha suína
• Sal e pimenta a gosto
Em uma frigideira refogue a banha, a cebola e o alho. Acrescente o torresmo e o feijão, misturando bem. Acrescente a farinha de milho e deixe o fogo baixo por 25 minutos. Desligue o fogo e coloque o tomate picado e a cebolinha. Tempere com sal e pimenta.
FAROFA DE MÃE
Ingredientes
• 250 g de farinha de mandioca
• 80 g de cebola picada
• 20 g de alho
• 50 g de manteiga
• 60 ml de azeite
• Sal e pimenta a gosto
Modo de preparo
Em uma frigideira quente coloque a manteiga, o azeite, a cebola e alho picado. Abaixe o fogo e acrescente a farinha de mandioca, mexendo continuamente até que fique crocante. Tempere com sal e pimenta e sirva.
Para quem quer uma opção de farofa doce, experimente fazer a nossa receita de Kuchen (pronuncia-se kurren) - palavra que, em alemão, significa "bolo". Aqui, a técnica foi adaptada e o doce é conhecido por Cuca.
CUCA DE UVA- Para a massa
• 4 ovos
• 2 xícaras de açúcar
• 75 g de manteiga em temperatura ambiente
• 750 ml de leite
• 1 kg de farinha de trigo
• 30 g de fermento biológico fresco
• 1 kg de uvas (podem ser uvas pretas ou a niágara rosada)
• 1 copo de açúcar cristal
Para a farofa
• 250g de açúcar
• 250 gramas de farinha de trigo
• ½ xícara de manteiga
• Açúcar e canela a gosto
Modo de preparo
Para a massa
Em um recipiente, dissolva no leite, o fermento com o açúcar e sal. Acrescente a manteiga e os ovos. Junte a farinha aos poucos e mexa até formar uma massa consistente. Passe a sová-la com as mãos até formar uma massa homogênea e acrescente o restante da farinha até que chegue num ponto que não grude nas mãos. Cubra com pano e deixe crescer até dobrar de volume.
Para a farofa
Misture com a ponta dos dedos a manteiga, o açúcar, a farinha e a canela.
Como montar
Unte uma forma grande com manteiga, ajeite a massa e despeje as uvas por cima. Pressione para que elas possam incorporar à massa. Depois, despeje a farofa doce por cima. Leve ao forno pré-aquecido a 180°C. Asse por aproximadamente 1 hora, ou até que comecem a dourar na superfície.
Dica: Se preferir, você também pode trocar as uvas por uma tradicional cobertura de bananas - utilize 5 delas para deixar o bolo bem caprichado!
Escrito às 11h58 do dia 19 de dezembro de 2011
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Muita animação e histórias para contar. Esses foram os elementos principais que fizeram o Circuito Ayrton Senna de Juventude 2011, evento que reuniu jovens das 122 cidades que participam do Projeto SuperAção Jovem, no hotel fazenda Colina Verde, em São Pedro (SP). O Circuito Ayrton Senna promove esse encontro entre jovens alunos e gestores, para encerrar o ano de atividades. O evento tem como principal meta promover a troca de ideias entre os participantes do SuperAção sobre o que desenvolveram em suas escolas. Juntos, descobrem novas abordagens, pontos positivos, negativos e vitórias alcançadas. E tudo isso com muita diversão. A tarde foi dedicada a apresentações e agradecimentos aos parceiros que tornam possível o programa que, esse ano, atendeu a quase 124 mil alunos.
Aproximadamente 250 jovens - alunos de 7a. e 8a. séries dos Projetos Escola de Tempo Integral e Sala de Leitura da SEE/ SP, e das redes municipais de São Roque, Bebedouro e Itatiba - levaram toda a energia para as oficinas realizadas durante dois dias de evento. Também aprenderam um pouco mais sobre o que é ser um protagonista jovem. A Sorria e a Droga Raia estiveram lá, orgulhosos de ver o produto de seu trabalho transformado em alunos e professores que fazem uma educação pública brasileira bem melhor!
Para conferir mais sobre o Circuito, acesse o orkut do evento clicando aqui.
Escrito às 16h06 do dia 16 de dezembro de 2011
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Na seção Amar da Sorria 23 você conferiu um punhado de depoimentos sobre gratidão. Leitores que tiveram algo ou alguém em suas vidas e que a transformaram de uma maneira única. Aqui você confere mais alguns relatos emocionantes de pessoas que tiveram a oportunidade de mudarem para melhor!
Em janeiro de 2011 visitei Machu Picchu, cidade-símbolo da lendária civilização inca. Para chegar até lá, encarei uma aventura debaixo de chuva, que começou às 4h30. São inúmeras escadas a subir, além da falta de ar proporcionada pelos 2400 metros de altitude. Ao chegar ao topo, depois de 1h30 subindo sem parar, meus olhos brilham de emoção. Além do valor histórico, o local parece exalar uma energia única. Apesar do cansaço, a peregrinação me deu força para começar o ano a todo vapor. Essa viagem me mostrou que não há limites para você realizar um sonho.
Wanise Martinez, 27 anos. São Paulo (SP)
Quando eu tinha 17 anos, fiz um intercâmbio para o Japão. Minha meta era provar, para mim mesma, que era capaz de me virar sozinha. Embarquei sem saber falar uma palavra em japonês e pouquíssimas em inglês. Os dois primeiros meses foram difíceis. Mas depois fui me adaptando. Fiz muitos amigos, aprendi a lidar com as minhas fraquezas e descobri que, nem sempre, as coisas saem como a gente quer. No ano seguinte, quando voltei ao Brasil, já estava mais madura, confiante e independente. Hoje, já guardo dinheiro para que o meu filho, de 9 meses, tenha essa mesma experiência.
Ana Licya Martins Vieira, 28 anos. Mogi Mirim, São Paulo
Eu estava passando por um momento de muitas mudanças em minha vida, problemas no emprego e término de namoro. Então, em março do ano passado, tirei 15 dias de férias para viajar. Durante 4 dias fiquei sozinha em Florianópolis (SC), uma cidade que eu não conhecia. Foi ali que entendi quem eu sou, o que eu quero e do que eu sou capaz. Percebi que sou querida e amada mesmo com as pessoas à distância e que, quando eu estou bem comigo, consigo fazer os outros felizes e entender os problemas com clareza. Simples assim.
Taís Sábio Moreno, 27 anos, Bauru, SP
Eu sempre gostei de viajar. Já viajei muito pelo Brasil e fora dele. Mas quando fui para Minas Gerais, em fevereiro de 2006, algo mexeu comigo. Eram duas emoções fortes: viajar pela primeira vez com meu marido, na garupa de sua moto, e ao mesmo tempo ir ao encontro das belezas culturais que já tinha ouvido falar muito. Não consegui conter as lágrimas ao visitar a Igreja de Bom Jesus do Matosinho, em Congonhas do Campo. Cada profeta parecia olhar para mim. Ao fim da viagem, fiquei muito grata as cidades que visitei por terem me proporcionado presenciar tamanha beleza, que só conhecia por meio dos livros.
Ione Bonfim Gomes, 39 anos. Atibaia, São Paulo.
Em abril de 2000, ganhei uma semana em Londres de um curso de inglês. Para a surpresa de todos, só voltei para o Brasil depois de 5 anos e meio! O período tornou-se uma longa história, que me trouxe uma bela experiência de vida! Hoje, estou convencida de que foi a melhor coisa que me aconteceu, não só pelo conhecimento cultural mas, principalmente, pela experiência de vida. Esse tempo me fez crescer e me tornou quem sou. Até então nunca havia dado tanto valor para coisas simples na vida, como família, amigos e o nosso país.
Marina Cervi, 31 anos, São Paulo (SP)
Há sete meses, eu e alguns amigos sofremos um grave acidente. Nosso carro capotou sete vezes. Todos os meus amigos ficaram bem, mas eu quase perdi meu braço direito. Por meio ano, a ferida me impediu de fazer algo pelo que sou apaixonado: jogar vôlei. Hoje, carrego uma cicatriz em meu antebraço e encaro aquela experiência como algo que me fez perceber o quanto a vida é frágil e me mostrou o que realmente tem importância. Foi por isso que voltei às quadras no mês passado. Aprendi a me dedicar ao que amo.
Vinícius Menegolo, 20 anos, Batatais (SP)
Tinha 23 anos quando um dos meus primos, internado por causa de um câncer, morreu. Eu era o único parente no hospital e precisei ser muito forte para dar a notícia e consolar toda a família. Depois disso, percebi que as pessoas precisam de um alento quando estão hospitalizadas. Como sempre tive facilidade para interpretar – faço curso profissional de teatro – decidi fazer um trabalho voluntário com os pacientes e familiares nos hospitais, para agradecer pela força que tive quando o meu primo faleceu e por Deus ter me dado esse talento. Hoje, com um grupo de atores, levo um pouco de alegria ao hospital de Barueri.
José Júnior, 26 anos, Barueri, São Paulo
Tenho deficiência auditiva desde criança, mas, quando pequena, escutava bem mais. Hoje, não vivo sem meus aparelhos. Criei há um tempo um blog (o cronicasdasurdez.com.br) sobre minha história, contando as aventuras e desventuras da deficiência auditiva. E nunca imaginei que ajudaria tantas pessoas apenas com meus relatos. Minha grande inspiração foi Helen Keller, célebre escritora e filósofa americana, que era surdocega. Foi ela que me fez entender que não há desculpa para não correr atrás dos nossos sonhos, mesmo com limitações sensoriais.
Paula Pfeifer, 30 anos, Santa Maria (RS)
Com 49 anos minha mãe descobriu que estava com câncer de mama. Foi muito difícil para todos, afinal ela já tinha perdido 3 irmãos para essa doença. Apesar disso, fomos muito fortes e não fraquejamos nem por um minuto. Era inaceitável perder outra pessoa querida. Durante o tratamento, minha mãe decidiu que queria uma grande festa no dia 26 de setembro, seu aniversário, para comemorar seus 50 anos de vida. O evento acabou não acontecendo pois ela ainda estava em tratamento, mas a cada ano que passa a família se reúne sempre nessa mesma data para agradecer sua saúde. Minha mãe aprendeu que o importante é ter força e coragem. Hoje ela tem 53 anos e acabou de virar avó.
Julia Pires Vaz, 21 anos, Barueri (SP)
Eu estava péssima com a notícia de que não havia mais esperança de cura para o diagnóstico da doença de minha tia. Chorei a manhã toda, até que minha sogra me emprestou um filme chamado "Cartas para Deus". Assisti e me emocionei muito. Lembro que, quando terminou, fui para a varanda de minha casa, que é no alto, e vi a cidade toda. O sol estava se pondo em um céu lindo. No dia seguinte, cedo, minha irmã me ligou e minha mãe avisou sobre o falecimento da minha tia. Foi um choque, mas lembrei na hora do filme e do exemplo que aprendi. Isso me inspirou a ser voluntária em um hospital.
Brena Fernanda Prieto, 18 anos, Matão (SP)
Fazia apenas quatro meses que eu e o Danilo namorávamos, quando veio a notícia: você está grávida. Foi ele quem descobriu. Em vez de comprar o remédio para náuseas, que eu pedi, ele me trouxe um teste de gravidez. Minha família rompeu comigo quando soube. Grávida, no último ano da faculdade e com o namorado desempregado. Foi difícil aceitar. Eu era workaholic, baladeira, não tinha objetivo na vida e morria de preguiça de bebês. Com a chegada do Teodoro (cujo nome significa presente divino) minha vida ganhou outro ritmo. Hoje me sinto muito completa com a minha família.
Clara Karmaluc, 26 anos. Belo Horizonte, MG
Após uma decepção amorosa, deixei de acreditar no amor. Cheguei a ter certeza que meu destino era ficar sozinha. Machucada e insatisfeita com minha vida profissional, decidi largar tudo e passar um ano estudando inglês na Austrália. Depois, passei seis meses viajando pelo sudeste asiático e conheci vários casais caminhando juntos pelo mundo. Foi aí que comecei a pedir, com toda a força, para ter um amor. Quando voltei para o Brasil, não demorou muito para que encontrasse aquele que se revelaria minha verdadeira alma gêmea.
Anita Martins, 29 anos, Florianópolis (SC)
Sempre fui apaixonada por ler e escrever. Mas, aos 14 anos, uma professora de Língua Portuguesa fez com que eu me desiludisse com o que sempre enxerguei como meu futuro: ser escritora. No ensino médio, foi uma professora com brincos coloridos, voz forte e jeito doce quem me devolveu a paixão pela leitura e escrita. Minha nova professora de português nos apresentou a grandes autores e orientou radionovelas e jornais experimentais. Hoje, estou no terceiro ano de Jornalismo e ela se mudou para Portugal, mas ainda mantemos contato. Sempre ressalto a ela a importância das suas aulas na minha decisão e no meu dia-a-dia. Parte de quem sou - e de quem vou me tornar -, eu devo a ela.
Alessandra Goes Alves, 21 anos, estudante - São Paulo (SP)
A empresa onde trabalhava vinha passando por mudanças. Um dos sócios tinha saído e ganhei um novo chefe. Com o passar dos meses, a situação se tornou insuportável, mas eu resistia em sair porque gostava muito do que fazia. Meu trabalho era praticamente a minha segunda casa. Até que um dia ele meu a notícia: vou ter de desligar você da empresa. Não festejei na frente dele, mas mal ele sabe o quanto fiquei grata ao ser demitida. Hoje, me sinto muito mais feliz trabalhando com artesanato e com astrologia – que sempre foi hobby e descobri como fonte de renda.
Caroline de Paula, 32 anos. São Paulo, SP
Sou muito grata a minha ex-chefe pois ela me deu a minha primeira oportunidade de trabalho, um estágio em uma grande assessoria de moda. Eu era apenas uma estudante do primeiro ano de jornalismo, não tinha experiência nenhuma, e, mesmo assim, ela confiou e acreditou em mim. O ano que trabalhei para ela, entre outubro de 2009 e outubro de 2010, foi cheio de experiências incríveis que me ajudaram a crescer como ser humano, a ser responsável e a lidar com diferentes pessoas. Além das tantas coisas que eu aprendi sobre o mercado de trabalho e a minha profissão. Fora isso, se não fosse por ela e pelos contatos que ela me apresentou eu não estaria no meu atual emprego, em uma revista, que sempre foi um sonho para mim.
Laura Canavezi, 20 anos, São Paulo (SP)
Sempre gostei de poesia e cinema mas acabei entrando no curso de psicologia, em 2006. Segui a graduação por um ano, até que comecei a me dedicar a grupos de formação artística. Um dia, estudando o cineasta russo Tarkovski e, assisti ao filme Sacrifício. Foi como se tivesse visto Deus. Assustada, fui para casa pensando que, como ele, eu poderia unir poesia e cinema. Tranquei minha faculdade e comecei a cursar audiovisual. Vou me formar esse ano e sei que, sem esse filme, talvez não fizesse essa mudança.
Ana Roman, 23 anos, São Paulo - SP
Escrito às 11h35 do dia 13 de dezembro de 2011
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Com o Natal chegando e a virada de ano pertinho, não tinha como o nosso tema de capa ser outro: Gratidão.
Nessa edição você conhecerá a história de 3 pessoas que são exemplos para aprendermos a dar mais valor às pequenas coisas e sermos mais gratos à vida. Jorge Marciano de Lima compartilha conosco a busca por uma família que o recebesse de braços abertos. Maria Vilani Gomes nos mostra como todos aqueles que passam por nossa vida são importantes e nos enchem de motivos para dizer obrigado. Por fim, você se inspira com a história de Lucas Jatobá, que inventou seu próprio jeito de agradecer às pessoas - conhecidas ou não - que lhe fizeram algum bem.
Seguindo a mesma linha de agradecimentos, você confere uma porção de relatos na seção Amar. Pessoas gratas à vida, que lhes transformou em alguém melhor.
Quer fazer algo pelo próximo e sentir gratidão por poder ajudar? Que tal ser a caneta e o papel de quem não sabe escrever? Veja como se tornar um escritor de cartas na seção Conhecer. Ou ainda, inspire-se com as histórias natalinas de Roberto Góes, Melissa Piai, Marlene Goulart e Camilla Salmasi que espalham seu espírito natalino todo final de ano, na seção Envolver.
Aproveitando a chegada do verão, você confere na seção Movimentar esportes refrescantes, atividades perfeitas para quem curte a estação mais quente do ano e que só ficam melhores quando realizadas com amigos.
Descubra como é gostoso tomar banho de mangueira, deliciar frutas fresquinhas, comemorar as superstições que deixam a vida cheia de magia e mergulhar de cabeça nas virtudes que cada novo ano traz - na seção Descobrir.
Ser chefe ou continuar trabalhando para os outros? Crescer até o ponto mais alto de uma carreira nem sempre significa que é o caminho em que você se dará melhor. Confira qual dos estágios você se encaixa na seção Trabalhar.
Na seção Proteger você descobre como viver tranquilamente a rotina, mesmo achando que a semana deveria ter mais dias para você poder dar conta de todos os compromissos e festas de final de ano. E aproveite a seção Conviver para descobrir alguns novos hábitos artesanais que podem te fazer relaxar por mais tempo.
Na seção Cuidar, Bia Torres mostra como passou um mês inteiro sem grana - e como se virou muito bem sem dinheiro.
Aprenda ainda a fazer uma deliciosa farofa para o Natal - na seção Comer -, presenteie seus amigos e parentes queridos com uma bola cheia de surpresas e se encante com a seleção de histórias de gratidão que apresentamos na seção Brincar.
Tudo isso e muito mais delícias natalinas te esperam na nova edição da Sorria, que começa a ser vendida hoje em todas as redes de farmácias Droga Raia dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
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Escrito às 10h43 do dia 07 de dezembro de 2011
Na seção Movimentar da Sorria 22 você conheceu 3 histórias que precisavam muito das pernas para acontecerem. Além delas, Wallace Kyoskys nos mostrou sua incrivel habilidade com o chamado Skyrunner, uma evolução da nossa conhecida perna de pau (se você ainda não leu o relato dele, clique aqui). Agora está na hora do artista circense mostrar como realmente funciona essa tal perna moderna. Confira!
• Veja aqui outros vídeos da Sorria.
• Clique aqui e confira outras histórias dos nossos bastidores.
Escrito às 17h48 do dia 10 de novembro de 2011
Aos 4 anos de idade, Thays Martinez perdeu a visão. Teve uma rara complicação com o vírus causador da caxumba e precisou se adaptar ao mundo. Cresceu sonhando com um companheiro que pudesse levá-la aos mais diversos lugares. Mas esse pedido foi negado diversas vezes. Até que no ano de 2000, aos 26 anos de idade, finalmente a sorte bateu na sua porta. Thays poderia ter seu tão sonhado parceiro: um cão-guia.
Essa é a história que conta o livro "Minha vida com Boris" (Editora Globo), publicado em agosto. Thays, que mora em São Paulo, descreve com beleza a amizade com seu primeiro cão-guia e a luta que teve que enfrentar, durante seis anos, para permitir que cães-guia pudessem ser aceitos em qualquer lugar.

Thays Martinez ao lado do seu primeiro cão-guia, Boris
Confira a seguir a entrevista realizada para a Revista Sorria. E descubra um pouco mais sobre essa linda história de vida:
Cães-guia não eram muito conhecidos no Brasil, na época em que você trouxe o Boris. Por conta disso, você sabia que ia enfrentar dificuldades por aqui?
Thays - Em 2000 eu e mais duas amigas começamos uma busca por escolas de cão-guia de todo o mundo que aceitassem estrangeiros. Recebi uma resposta da Leader Dogs, nos Estados Unidos. Eles haviam acabado de fechar uma parceria com o instrutor brasileiro Moisés Vieira e, depois de diversos testes, fui uma das 4 brasileiras selecionadas. Naquela época não havia escolas de cães-guia no Brasil. Antes de buscar o Boris na Leader Dogs, eu sabia o que enfrentaria por aqui. As pessoas não iriam se acostumar com um cão entrando no metrô, por exemplo, de um dia para o outro. Mas não achei que seria um grande problema.
Quando entrou no metrô pela primeira vez, você foi barrada. Depois de contar que seu cão não era um simples labrador, e sim um cão-guia, deixaram-na passar. Mas só até a plataforma, quando foi barrada novamente. Essa cena se repetiu várias vezes. Qual foi a sensação?
Thays - Passei por vários estágios: a primeira vez que eu fui barrada ao entrar com o Boris no metrô, achei normal. Afinal, era uma novidade cães-guia por aqui. Depois do quarto funcionário e do departamento jurídico me pararem, percebi que havia algo errado. A constituição federal garante por lei o direito de ir e vir de cada cidadão. Fiquei indignada! A forma como foi conduzido todo o processo se deu de uma maneira muito desrespeitosa, mas no final valeu a pena a luta!
Depois toda essa repercussão e muita luta, foi criada e aprovada uma lei para que cães-guia pudessem ter acesso a todo e qualquer lugar público e privado de uso coletivo. Você, ainda hoje, é barrada em algum lugar?
Thays - Hoje é bem raro, mas acontece de ser barrada ainda em alguns restaurantes, mas sempre acaba se resolvendo rápido. A lei facilitou muito essa parte e acredito que, em breve, não haverá mais resistências. A imprensa também teve papel fundamental para que obtivéssemos esse sucesso.
Na sua opinião, todos os deficientes visuais deveriam ter um cão-guia?
Thays - Todos deveriam ter a possibilidade de ter um cão-guia. Só porque foi bom pra mim, não quer dizer que sirva para outras pessoas.
Se eu quiser ter um cão-guia, como faço?
Thays - O interessado pode se inscreve pelo site do Instituto de Responsabilidade Social (IRIS). Depois de rigorosamente analisada a ficha, ele recebe um primeiro contato para serem realizadas entrevistas. Elas servem para saber se a pessoa está apta para ter um cão e se o cão tem o perfil de que o usuário necessita. Assim formamos os times (usuário e cão-guia).
Nos primeiros anos de vida, um cão-guia precisa ser socializado, antes de se tornar um guia para deficientes visuais. Quem faz isso é uma primeira família ou pessoa. Quais os requisitos para ocupar esse cargo?
Thays - A primeira família, ou pessoa, fica responsável por levar o filhote a todos os lugares possíveis, para que ele possa se adaptar ao movimento da cidade. A pessoa tem que, principalmente, ter disponibilidade de tempo e estar preparada para enfrentar certas barreiras. Entrar em lugares fechados - como restaurantes, shoppings, etc. - com um filhote ainda é um desafio, as pessoas ainda não entendem. Nesse caso, a lei não basta.
Porque você decidiu escrever o livro?
Thays - Sempre tive vontade de escrever um livro por dois motivos. Primeiro porque eu queria que fosse um meio de conversar com a sociedade. Segundo, porque foi a forma que encontrei para homenagear meu amigo.
O que o Boris te ensinou?
Thays - Além de toda a história de superação, de mudar aquilo que se critica, o Boris me mostrou o verdadeiro sentido da palavra amizade, de ser parceiro, de trabalhar em equipe. De levar a vida com mais leveza. Me ensinou a ir além.
Você espera que seu livro possa inspirar outras pessoas?
Thays - Gosto de acreditar que ele possa mostrar não só essa questão da deficiência, mas também a cidadania. Quando algo desse tipo dá certo, renovam-se as esperanças de que a gente pode fazer algo para transformar. Isso é cidadania, esse papel ativo de cada um adotar uma questão para si e lutar por ela. Espero que meu livro possa ser inspiração para muitas pessoas, para que elas não desistam daquilo que acreditam ser justo. Independente da história deles ser parecida ou não com a minha, se ela usar meu exemplo para ganhar forças e seguir lutando com a sua causa, já fico muito feliz.
Thays Martinez nasceu em janeiro de 1974. Formada em direito pela Universidade de São Paulo, com especialização em direito penal e interesses transindividuais, foi conselheira do Conselho Nacional de Assistência Social e mebro da comissÃo de Direito das Pessoas com Deficiência da OAB. Fundadora do Iris (Instituto de Responsabilidade Social), é palestrante na área de direito e autora do blog www.eueeles.com.br
Boris nasceu em Rochester, em Michigan, Estados Unidos. Labrador amarelo, passou boa parte de sua infância em uma escola infantil para humanos. O que viria justificar sua paixão por crianças, bem como certas excentricidades, como gostar de dormir coberto e com travesseiro. Estudou em escolas de primeira linha, como a tradicional Leader Dogs for the Blind (Cães-guia para o cego, em tradução livre), o que acabou lhe propiciando o convite para trabalhar no Brasil. Tinha por hobby tirar tampas de garrafas e gostava de correr e beber água de coco. Sua única superstição era, a cada refeição, deixar um único grão de ração em sua vasilha.
As biografias acima foram retiradas do livro "Minha Vida com Boris" (Editora Globo, 2011).
Escrito às 15h29 do dia 04 de novembro de 2011
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Na matéria “O jogo do bem”, da Sorria 22, ensinamos alguns passos simples para você que quer se tornar um voluntário ter por onde começar. Depois de decidir o que você poderá doar – se é tempo ou serviço ou mesmo um ombro amigo – e estabelecer horários para ajudar, você deverá partir para procura de locais que receberão de braços abertos essa sua iniciativa.
A seguir você confere alguns sites que facilitam essa busca pelo local de atuação que você procura. Confira!
http://www.voluntarios.com.br/ - Aqui você coloca seu endereço e bairro e o site faz uma busca pela região acha associações que necessitam de trabalhos voluntários mais próxima de sua residência.
http://www.voluntariosonline.org.br/ - Se você não tem tempo para ser um voluntário que esteja presente nas instituições, então, talvez, esse seja o seu portal. Aqui eles propõem um voluntariado online, ou seja, você não precisará sair de casa para poder ajudar!
http://www.voluntariado.org.br/ (São Paulo) - Disponibiliza informações variadas sobre como ser voluntário e também ajuda o interessado a buscar efetivamente uma organização para começar o trabalho.
http://www.onlinevolunteering.org/en/index.html (em inglês, francês e espanhol) - Site de voluntariado das Nações Unidas. Aqui eles também disponibilizam o voluntariado online.
http://www.parceirosvoluntarios.org.br/ (Rio Grande do Sul) –Dão dicas sobre voluntariado, além de encaminhar jovens, adultos e até empresas a incluírem o trabalho voluntário em sua rotina.
http://www.voluntariosemacao.org.br/ (Santa Catarina) – Além de informações e encaminhamento de voluntários, o portal disponibiliza, ainda, histórias de pessoas como você que realizam trabalho voluntário. Inspirador!
http://portaldovoluntario.v2v.net/ - Indicam instituições que precisam de voluntários e reservam um espaço para que as próprias instituições possam divulgar a necessidade de terem voluntários a quem interessar.
http://www.redebrasilvoluntario.org.br/ - Centros de voluntariado de Curitiba, Florianópolis, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo se uniram para criar uma única rede, com o objetivo de divulgar ações voluntárias e ajudar quem quer se tornar um.
http://www.acaovoluntaria.org.br/ (Curitiba) Disponibiliza informações e caminhos para quem quer ser voluntário.
Ajude já!
Você também tem a opção de entrar em contato diretamente com as instituições. Segue uma listinha de lugares que precisam de voluntários e as quais você poderá se candidatar:
www.acomunitaria.org.br - A Ong de São Paulo que trabalha com educação de crianças e adolescentes faz um cadastro permanente de voluntários que atuam nos projetos
www.soudapaz.org - O Instituto Sou da Paz precisa de voluntários que doem seu tempo, talento ou conhecimento para eventos, mobilizações e atuações dentro e fora de São Paulo
www.riodepaz.org.br - Precisa de apoio para a defesa dos direiros humanos, no Rio de Janeiro, em áreas de atuação que vão desde psicologia ao alpinismo
www.graacc.org.br - Tem um centro de voluntariado com cadastro de novos voluntários para atuar no hospital em São Paulo
www.amigosdobem.org - Trabalha para acabar com a miséria e a fome no sertão nordestino e precisa de gente para trabalhar na central, em São Paulo, e no sertão
www.vivario.org.br - A instituição que combate a violência no Rio de Janeiro oferece diferentes tipos de trabalho voluntário, que pode ser virtual, presencial ou em campanhas e eventos
www.hpp.org.br - O Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, trabalha com a saúde integral infantil e tem um amplo centro de voluntariado para ajudar no hospital, nas apresentações artísticas ou ajudar por meio de voluntariado empresarial
www.goldeletra.org.br - Precisa de pessoas que doem seu tempo e trabalho nos projetos e atividades que atuam nas áreas de arte, esporte, lazer e cidadania, em São Paulo
www.criancabrasil.org.br - Trabalha com educação infantil na zona sul de São Paulo e precisa de voluntários em áreas como artes plásticas, biblioteca, captação de recursos, culinária ou música.
www.bancodealimentos.org.br - Em São Paulo, precisa de gente para ajudar da captação de recursos à coleta de alimentos
www.casadozezinho.org.br - Ong atuante na região de Capão Redondo, São Paulo, que visa a educação de jovens com poucos recursos.
www.cvv.org.br - O Centro de Valorização da Vida (CVV) é uma organização criada com o intuito de prevenir o suicídio. O trabalho se expandiu de uma forma que qualquer pessoa que esteja passando por qualquer dificuldade pode ligar. Atua em todo o Brasil e precisa de voluntários para plantonista do Programa de Apoio Emocional do CVV.
www.pestalozzisp.org.br - Atua em São Paulo e no Rio de Janeiro. Dá assistência médico-social e educacional aos portadores de deficiência. Necessita do trabalho voluntário de profissionais como médicos, dentistas, nutricionistas, psicólogos, auxiliares de serviço, entre outros.
www.umtetoparameupais.org.br - Ong latino-americana que tem a atuação em 19 países. Os jovens voluntários são responsáveis por ajudar a construir casas em regiões de baixa renda - as chamadas moradias de emergência. Necessitam de jovens voluntários, entre 18 e 29 anos. E não precisa ser engenheiro ou arquiteto, precisa ter apenas vontade!
www.fundacaodorina.org.br - A Fundação Dorina Nowill oferece produtos e serviços desenvolvidos especialmente para pessoas com deficiência visual, visando a integração e independência desses indivíduos na sociedade. Com atuação em todo o Brasil, eles precisam de voluntários para ajudar com bazares, acompanhantes de deficientes visuais em eventos, ledor domiciliar, entre outras atividades.
www.fazendohistoria.org.br - Atua na capital paulista e necessita de voluntários para ajudarem os jovens dos abrigos parceiros a escreverem suas próprias histórias.
hope.org.br/casa-hope/ - A casa Hope é uma Ong de São Paulo que auxilia crianças com câncer. Ela precisa de pessoas que possam auxiliar com seu trabalho durante algumas horas do dia ou mesmo da semana.
www.tucca.org.br - Ong que auxiliam crianças e adolescentes com câncer. Precisa de voluntários para ajudar em eventos e auxiliar em atividades realizadas com as crianças, em sua sede, na zona leste de São Paulo.
www.sosvidaanimal.com.br - Ong que resgata e cuida de animais abandonados e precisa de voluntários para ajudar nas atividades realizadas no abrigo.
www.institutoninarosa.org.br - Combatem o abandono e os maus tratos dos animais através da prevenção, mediante a Educação em Valores. Precisam de voluntários para auxiliar em eventos, palestras e mais atividades que o instituto realiza.
apacn.com.br - A Associação Paranaense de Apoio à Criança com Neoplasia, em Curitiba, precisa de voluntários para ajudar na Ong doando disposição e tempo. Podem, inclusive, ajudar com doação de sangue para os pacientes da APACN.
www.amigoanimal.org.br - Com atuação em Curitiba, a Ong Amigo Animal é responsável por resgatar e cuidar de animais abandonados. Eles necessitam de voluntários nas mais diversas áreas, desde veterinários ou formandos em veterinária e designers (para desenvolverem novos produtos para a instituição), até pessoas que possam disponibilizar um pouco do seu tempo para arrecadar produtos e auxiliar em organização de eventos.
www.avos.org.br - A Associação de Voluntários de Saúde do Hospital Infantil Joana de Gusmão, localizado em Florianópolis, necessita de pessoas para auxiliar em atividades dentro do estabelecimento. O voluntário pode ajudar de três maneiras: passando por um programa de estágio (duração de 2 meses) para ser efetivamente integrado à equipe, ajudando financeiramente ou apenas disponibilizando seu tempo em dias de eventos sociais para a divulgação dos trabalhos da casa.
www.deficientesvisuais.org.br - Associação de Cegos Louis Braille tem atuação em Belo Horizonte e necessita de pessoas que possam ajudar os internos com leituras e material de estudo, acompanhá-los em visitas a museus e outras atividades culturais e auxiliar o deficiente visual em suas mais diversas atividades ao longo do dia. Além de pessoas com conhecimentos em Biblioteca e Informática, com o intuito de ajudar em novos projetos para inclusão social.
www.lardavovo.com.br - O Lar da Vovó, de Belo Horizonte, abriga mais de 40 idosas em situação de abandono. Necessita de voluntários que possam dar atenção a essas vovós.
www.vivaedeixeviver.org.br - A Associação Viva e Deixe Viver tem como objetivo fomentar a educação e o bem estar da criança e do adolescentes hospitalizados através da contação de histórias. Os requisitos básicos para se tornar um voluntário é disponibilizar 2 horas no hospital e participar de oficinas de capacitação, que ocorrem na Sede da Associação, para aperfeiçoamento da atividade de contar histórias. A instituição atua 9 estados, dentre eles, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo.
Escrito às 18h38 do dia 03 de novembro de 2011
Na seção Proteger da Sorria 22 você pôde aprender um pouco mais sobre as influências que o clima exerce sobre o nosso organismo. Agora que você já sabe quais são os mitos e as verdades dessa tal influência, veja o que fazer quando a temperatura decidir aumentar - ou diminuir - e proteja-se, faça chuva, faça sol!
Em baixas temperaturas
Roupas - O coração trabalha mais quando você tem que proteger o corpo do frio. Dessa forma, se você tiver que fazer um trabalho árduo, faça-o com calma e proteja-se bem com roupas quentes.
Tente manter-se seco, pois a umidade esfria o corpo rapidamente. Quando você começa a tremer é a indicação de que precisa buscar um lugar mais aquecido. A hipotermia (quando a temperatura corporal cai abaixo de 35º) é um dos principais problemas associados à exposição prolongada ao frio. Ela ocorre quando o corpo começa a perder mais calor do que é capaz de produzir. Esgota-se toda a energia armazenada e o corpo responde com sintomas como tremores e espasmos.
Alimentação - Quando a temperatura cai, os vírus da gripe e do resfriado ficam mais resistentes. Por isso, é sempre bom garantir uma alimentação rica em nutrientes para evitá-los. E, para quem já apresenta os sintomas, alimentar-se bem pode encurtar a duração do mal-estar. É importante também ingerir, pelo menos, de oito a 10 copos de água por dia. A água amolece o muco e deixa os cílios pulmonares mais fortes, facilitando o trabalho deles para a expulsão de microorganismos.
Uma alimentação saudável, rica em alimentos fontes de vitaminas, minerais e substâncias antioxidantes, fortalece o sistema imunológico e cria defesas orgânicas para combater os vírus. Frutas, vegetais folhosos, legumes, grãos integrais (cereais e leguminosas), carnes magras, peixes e aves sem pele, ovos, leite e derivados com pouca gordura, são boas fontes de energia.
Dentre as vitaminas e minerais que atuam fortalecendo nosso sistema imunológico, destaque para as vitaminas A (encontrada no peixe, gema de ovo, cenoura), C (nos cítricos, como laranja e limão, morango, melão, tomate, pimentão verde e vermelho), E (em óleos vegetais, gérmen de trigo, grãos integrais e frutos secos) e os minerais zinco (em carnes vermelhas e leguminosas, como feijão, ervilha, lentilha e amendoim) e selênio (na castanha-do-pará, frutos do mar, grãos de aveia e arroz integral).
No calor extremo
Roupas - A doença por exposição ao calor acontece quando não somos capazes de resfriar o corpo corretamente. Isso normalmente acontece pela transpiração, mas, sob algumas condições, apenas o suor não é suficiente. Nestes casos, a temperatura corporal aumenta rapidamente. Quando a temperatura do corpo é muito alta há dores de cabeça e mal-estar. Para que isso não aconteça, use roupas leves e frescas, que permitam a transpiração e a ventilação do organismo.
Quando a umidade do ar é alta demais, o suor não evapora com a rapidez suficiente, impedindo que o corpo libere o calor facilmente. Outras condições relacionadas à dificuldade incluem obesidade, idade, desidratação, doença cardíaca, doença mental, má circulação, queimadura solar, uso de alguns medicamentos e consumo de álcool. Então, prefira locais ventilados, frescos e evite ambientes fechados, que impeçam o corpo de ficar em temperatura amena.
Alimentação - Durante as estações quentes, você deve aumentar a ingestão de líquidos, independentemente do seu nível de atividade. Não espere ter sede para beber água. Se você realiza exercícios intensos em um ambiente quente, beba de dois a quatro copos de líquido fresco a cada hora.
Mas, em dias quentes, líquidos que contenham álcool, cafeína ou grandes quantidades de açúcar fazem você perder mais líquido ainda do corpo. Então evite esse tipo de bebida. E fuja também de sucos ou água muito gelados, porque podem causar cólicas estomacais.
A transpiração excessiva também faz com que o corpo perca sais e minerais. Estes elementos são necessários para seu organismo e é preciso repô-los. As bebidas isotônicas podem repor o sal e os minerais perdidos no suor. No entanto, se você mantém uma dieta restritiva em sal, converse com seu médico antes de consumir estes refrescos esportivos.
Escrito às 16h11 do dia 25 de outubro de 2011
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Se você é daqueles que adora um pedido de casamento romântico, de joelhos, saiba que há alguns jeitos de adaptar isso também e tornar aquele momento ainda mais especial! Separamos aqui alguns vídeos de pedidos de casamentos inusitados. E pode apostar que tem de tudo mesmo, desde declarações em churrascos até mesmo pedidos grafitados em muros. Divirta-se e - porque não - inspire-se!
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Escrito às 17h27 do dia 24 de outubro de 2011