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>> Acompanhe a nossa prestação de contasProduzir as fotografias que ilustram a matéria de capa da Sorria 8 foi uma grande diversão. Confira as imagens e as brincadeiras que aprontamos nos bastidores. Em seguida, leia o comentário da diretora de arte, Claudia Inoue, sobre como foi transformar o chão em céu.
“Logo que começamos a produzir a oitava edição da Sorria*, nos apaixonamos pela série Dreams of Flying, de Jan von Holleben. Nela, o fotógrafo alemão faz crianças voarem soltas pelos ares – ou melhor, pelo chão. É só mudar a perspectiva, e olhar pra baixo passa a ser como olhar para o céu. Só vendo para entender como é simples e genial. Acabamos nos inspirando nessas imagens pra fazer a nossa matéria de capa – que é sobre tentar, com histórias de pessoas que não desistem nunca, nem mesmo quando as dificuldades as fazem querer abaixar a cabeça. Pois se na vida real as realizações podem demorar longos anos pra se realizar, nos sonhos elas estão livres pra acontecer agora. Então, nada mais justo com nossos incansáveis personagens do que transportá-los para cenários divertidos, protagonizando situações incríveis, como a conquista de um planeta de piscina, na galáxia do Saturno de bola e bambolê; um vôo entre nuvens de meias, com um extintor de incêndio nas costas; ou a escalada de uma montanha de travesseiros, debaixo de ventos de plástico-bolha e neve de isopor. A gente também não resistiu e acabou voando. Espero que você se inspire também a conquistar outros ares e a ver as nuvens no chão.”
Escrito às 13h32 do dia 02 de junho de 2009
Construir fantasias de monstro e robô a partir de sucata. Essa é a proposta da seção Brincar da Sorria número 8, que acaba de chegar às lojas da Droga Raia. Quem se voluntariou a projetar e construir as incríveis roupas de papelão, plástico e outras quinquilharias fotografadas para a revista foi nosso assistente de novos projetos, Murilo Casagrande. Confira as fotos dos bastidores da produção das fantasias e veja o relato do Murilo Casagrande, assessor de novos projetos, contando como foi a experiência.
“No mundo corporativo, são poucas as chances de investir tempo em atividades lúdicas. Quando fiquei sabendo da oportunidade de projetar e construir as fantasias de robô e monstro, não desperdicei, e parece que voltei no tempo. Aí cara, foi mó legal. Às vezes o monstro parecia a Cuca, do Sítio do Picapau Amarelo, outras era a cara do Bloodscream, das HQs do Wolverine. Já o robô era meio Jaspion, meio Transformers, e também lembrava o invasor intergaláctico que aparece naquele clipe dos Beastie Boys.
Daí eu queria que o monstro tivesse uma bocona vermelha e fome de comer prédio. E o robô chegaria voando, zuuuuuum, com seu super turbo propulsor prateado e encararia o monstro com uma bazucona de raios cósmicos – ziiiuuu, ziiiuuu, BAAAAM!
Ah não, mas o monstro não poderia apanhar assim. Teria que ter tentáculos para se defender do chato do robô que não deixava ele comer só uns predinhos – dá licença, na cidade já tem um monte, ué! E o robô ia dar um IIIÁÁÁÁ e o monstro ia ficar dodói, perder um tentáculo grudento, tadinho… Mas depois nasce outro, igual a rabinho de lagartixa, sabia?
Aí, eu queria ver os dois fazendo as pazes, dando um abraço, o monstro com o braço de rabinho de lagartixa e tal… Mas agora eu tenho que mandar um e-mail, falar ao telefone com a tia da propaganda e não dá mais tempo, porque choveu, molhou as engrenagens do robô, dissolveu o monstro e eu cansei e tchau!”
Escrito às 17h48 do dia 01 de junho de 2009
“Você imagina o que é ir a uma loja chamada Chocolândia na véspera da Páscoa? Tipo posse do Obama, né? Foi uma muvuca assim que enfrentei para encontrar a casquinha que aparece na foto da capa da Sorria 8. O sorvete foi mais fácil: napolitano, três sabores. Mas esqueci do básico – perguntar ao Diogo Scolezi, o garotinho da capa, de que sabor ele gostava. Até que…
Mas estou me adiantando. Deixa eu falar do Diogo primeiro. Quando contamos que ele teria que lamber vários sorvetes (a mãe dele tinha deixado!) pra fazer a foto, os olhos desse garotinho simpatia de 5 anos brilharam. Acho que o Diogo comeu umas cinco ou seis casquinhas! Nem precisava, mas ele tava adorando. Dando risada, improvisava todas as caras e bocas que a gente pedia: encostava a língua no nariz, ficava vesgo, se lambuzava e enfiava a casquinha inteira na boca, todo orgulhoso.
Até que acabou o sorvete de creme, que ficava melhor na foto. ‘Vou fazer uma casquinha de morango, então. Rosinha fica bonito…’ pensei, bem ingênua. Foi o Diogo dar uma lambida e… ‘Aaaaaaaargh! Eu ODEIO sorvete de morango!’ gritou ele, cuspindo tudo. A expressão inesquecível de desgosto que ele fez taí: me senti a própria carrasca! E lá fui eu correndo ao bar da esquina comprar mais sorvete de creme.
Enquanto isso, como toda criança que não gosta do prato, o Diogo resolveu brincar com a comida, e se lambuzou todo com o sorvete cor-de-rosa. A Dani Toviansky, nossa fotógrafa, não perdeu o momento. No fim, a imagem escolhida pra capa foi justamente a dessa sequência, com ele gargalhando da lambança que fez. A gente achou que combinava com a idéia de tentar, palavra-chave dessa edição: às vezes você dá o melhor de si, mas as coisas desmoronam, vira uma zona… e pode ser gostoso mesmo assim.”
Escrito às 13h19 do dia 01 de junho de 2009
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Na Sorria 7, página 28, publicamos de forma errada o nome da entrevistada que abre a seção Crescer. Seu nome é Neuza Guerreiro de Carvalho. Aliás, para quem quiser acessar o blog da Vovó Neuza, o endereço é: http://vovoneuza.blogspot.com
Escrito às 18h33 do dia 28 de maio de 2009
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Faça sua lista de sonhos, das coisas que você gostaria de comprar, fazer, assistir, alcançar, ler, conhecer. Deixe-a crescer à vontade, sem amarras. Depois analise friamente: quais desses itens realmente agregariam significado à sua vida? Elimine os demais, e sua lista estará alinhada com a filosofia do movimento Simplicidade Voluntária.
“O importante é encontrar aquilo que você precisa para ser feliz”, diz Jorge Mello, representante do grupo no Brasil, que foi entrevistado para a matéria Quem quer dinheiro?, na seção Trabalhar da Sorria nº 7. Após questionar o que de fato era importante na vida, Jorge largou a carreira de 17 anos num banco em Porto Alegre, vendeu o carro e a moto e foi viajar como mochileiro. Hoje, trabalha como terapeuta corporal, teve a renda diminuída pela metade, mas está mais feliz. “Falta a realização existencial. Não precisamos de tanto quanto nos tem sido dito que é necessário, nem tão pouco quanto alguns querem nos fazer acreditar”, diz.
Para Jorge há uma tendência mundial de romper esse modelo de busca de felicidade pelo acúmulo de riquezas. Mas a ideia não vem de hoje: “Gandhi reconhecidamente já defendia o essencial”, explica.
Confira abaixo uma lista de indicações de Jorge para quem quiser se aprofundar no conceito da simplicidade voluntária:
Findhorn Foundation: comunidade escocesa que estuda e vive conceitos de sustentabilidade e comunidade, reconhecida pela ONU.
Schumacher College: universidade britânica que estuda o desenvolvimento humano.
O negócio é ser pequeno – um estudo de economia que leva em conta as pessoas: livro de Ernest Shumacher, de 1973, que analisa economicamente um mundo menos consumista.
Escrito às 14h01 do dia 20 de maio de 2009
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Um maquiador, uma produtora de foto, uma produtora de roupas, uma fotógrafa e sua assistente, uma diretora de arte e outra de redação, mais um modelo feliz: precisa de toda essa gente pra fazer a foto de capa. Laura Sobenes, produtora fotográfica, conta como foi a sessão de fotos.
“Fazer parte dessa capa foi incrível. Foi por causa dela que eu descobri lojas emocionantes na 25 de Março. Descobri também o senhor Roberto Wolf. Senhor não. O “cara”. E junto com esse “cara”, veio a criança de 10 anos que vive escondida atrás daquela roupa de senhor de 70 anos.
Pra vocês terem uma noção do que eu estou falando, dentre taaaantos “velhinhos” que atendemos para o casting, o Roberto “chegou chegando”: “Ahhhh, o GRAACC? Sim! Claro que conheço! Você sabe que eles fazem uma maratona anual, né, e eu já corro pela causa há anos! Claro que eu conheço o GRAACC… Sabe… eu já fiz teatro também… e vôlei. Vôlei, eu faço no SESC Vila Mariana, com o grupo da terceira idade e…” e daí foi isso. Esse é o senhor Roberto Wolf, o “bom-velhinho” de chapeuzinho vermelho aí das fotos que tanto animou a equipe, tanto no casting, quanto no estúdio.
E, falando em equipe, que equipe incrível! Eu SEMPRE me divirto nas fotos da Sorria. Com Dani Toviansky, Roberta Faria e Clau Inoue juntas no mesmo metro quadrado, ao som de anos 80? Nossa… não tem como não dar risada! Não importa qual o tamanho do meu stress com táxi, atrasos ou com “aquele” tipo de língua de sogra que a Clau pediu e eu não consegui encontrar. O que importa é que, no final, a gente SEMPRE se diverte… e volta pra MOL sorrindo! =)”
Escrito às 19h05 do dia 04 de maio de 2009
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Para celebrar o primeiro ano da Sorria, a Editora MOL realizou uma grande festa. A comemoração aconteceu no dia 13 de abril, em São Paulo. Confira algumas fotos!
Slideshow:
Escrito às 17h10 do dia 04 de maio de 2009