Bastidores da redação
A primeira redação a gente não esquece

O título deste post tem duplo sentido. Poderia se referir àquele trabalho escolar que recebeu elogios, da mamãe ou da professora do primário – aquela coisa toda de infância. Mas não é o caso. Estou falando de outro tipo de redação: a que frequentei nos últimos três meses, durante os quais trabalhei na Sorria.
Aqui tive minha terceira experiência de estágio em jornalismo. Passei para a web todas as matérias de todas as edições da revista. Além disso, transferi para este site novo todo o arquivo do antigo blog. Também produzi alguns posts e cuidei do Twitter. Deu um trabalhão! Mas foi uma experiência e tanto. Foi a primeira vez em que vivi o dia a dia de uma redação. Antes, tinha trabalhado em duas empresas, fazendo blogs e coberturas, mas ainda dentro de um clima muito corporativo. Com meus amigos aqui na Sorria, pude entender o trabalho em equipe e interagir com pessoas de outras especialidades dentro da mesma área que estudo, a comunicação. (A turma da arte, por exemplo, me ensinou a mexer nos Macs – bem diferentes dos PCs!)
Minha estada aqui valeu muito a pena. Acho que o site novo, pronto, merece uma lantejoula, que nem aquelas que a professora colocava nos cadernos, quando eu era pirralho. Ficava bem feliz com aquele brilho, e nunca esquecia da satisfação. Espero que vocês também estejam gostando!
Escrito às 19h28 do dia 22 de abril de 2010


















































