Bastidores da redação
Escreve aí

O texto que você está prestes a ler foi o mais rápido que eu já redigi. Na verdade, isso aconteceu porque eu não o fiz sozinho. O tema da semana, amizade, representa para mim uma união baseada na multiplicidade desconexa ou, em outras palavras, significa que cada um dos meus amigos representa uma figura única com quem eu sei que posso contar a qualquer momento. Pensando nisso, convidei parte de meus amigos – no caso, a equipe da Editora MOL, que faz a Sorria – para me ajudar com o texto. Cada um escreveu uma frase, sem saber do que se tratava. Olha só o resultado:
Oi, tudo bem? Meu melhor amigo já salvou a minha vida sete vezes. How do you doing? Chuta que é macumba! Amigo bom mesmo é aquele que te espera com um pote de sorvete de chocolate. Eu gosto mais de sorvete de flocos. Três tigres tristes dividem um prato de trigo. O pão cai e cai com a manteiga pra baixo (e na terra… dá uma dó!). Amigo mesmo não separa briga, chega na voadora; não compra sorvete de flocos (que é muito ruim) e divide os pães com manteiga e terra da vida. Sou contra a violência, mas sou a favor da amizade. Amigo de verdade chama a gente de besta quando estamos agindo como bestas, mas a minha gata Chiara nunca fez isso comigo, ela só diz “meow!!!” Eu não tenho uma gata pra dizer “miau”, nem “meow”, mas outro dia catei o pão antes que ele caísse no chão com a manteiga pra baixo! Já eu nunca dividi um prato de trigo, só cem quilos de macarrão com quatro amigos. Aí eu disse: bom dia e até mais. Eu não tenho gata, tinha um peixe mas ele morreu. E ele nunca me falou bom dia. Parabéns a todos pelos muy interessantes relatos. É sério, aconteceu com um amigo de um amigo meu.
Escrito às 17h22 do dia 17 de julho de 2009

















































