Droga Raia

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BLOG DA REDAÇÃO

Texto: Jéssica Martineli // Imagem: Rennett Stowe

Contas de fim de ano, filas de compras, escolha de presentes e roteiros de viagens, festas de confraternização, planos para 2012... Tantas coisas - como também vimos na seção Proteger da edição 23 - só contribui para que os últimos meses do ano nos deixem ansiosos.

Mas não há o que temer. "A ansiedade é parte da vida. Todos nós já vivenciamos algum nível de ansiedade em determinadas situações e isso não é necessariamente uma patologia", explica Sâmia Simurro, psicóloga e mestre em neurociências e comportamento. "Só quando ela está excessiva e passa a comprometer as reações do dia a dia, é que pode levar a se desenvolver algum transtorno". E é nessa hora que os sintomas surgem: irritação, doenças e comprometimento dos relacionamentos e da qualidade vida.

Para saber se o seu nível de ansiedade está no limite, a psicóloga nos ajudou a preparar um teste.

 

Segura a ansiedade, pegue lápis e papel, e anote o número que melhor corresponda ao que você sente, sendo que:

0 = nunca

1 = um pouco

2 = moderado

3 = forte

 

1) Estou em um momento de mudanças pessoais difíceis em minha vida

     

2) Ando sem energia ultimamente

                                                                    

3) Tenho desafios importantes no meu trabalho que estão me preocupando

 

4) Sinto-me inquieto, tenso e apreensivo em relação ao futuro

                                 

5) Ando com dificuldades em dormir bem à noite e acordo cansado   

           

6) Ultimamente fico triste e choro com mais facilidade

                     

7) Estou menos tolerante e mais agressivo com as pessoas em geral 

        

8) Percebo que estou com mais dificuldade de concentração e de memória   

 

9) Tenho medo de perder o controle das coisas         

                                             

10) Ando confuso e com dificuldades de tomar decisões                                        

 

 

Quando terminar, some seus pontos e confira o resultado:

 

Se a soma dos pontos ficou entre 1 e 5

Livre, leve e solto

Parabéns! Você consegue lidar de forma equilibrada com as situações difíceis que surgem no dia a dia. Mantém o bom humor e possui uma visão positiva de si e do futuro. Nas dificuldades, possui bom autocontrole e age para a resolução adequada dos problemas.

 

Se pontuou de 6 a 10

Moderação é a melhor pedida

Se você está nesta faixa, precisa aprimorar seu autoconhecimento e suas formas de enfrentamento da ansiedade.  Evitar preocupações excessivas, minimizar a tensão e exercer melhor o autocontrole nas situações de conflito pode ser um bom caminho. Procure situações onde possa relaxar com mais frequência, aproveitando melhor os bons momentos e evitando alimentar em si sentimentos negativos em relação às diferentes situações da vida.

 

Se somou mais de 10 pontos 

Zona de risco

Nesta faixa de pontuação é importante uma reflexão sobre os diferentes aspectos de sua vida e suas formas de enfrentamento do stress diário. Um apoio de um profissional seria de grande importância e ajuda.


Escrito às 10h10 do dia 20 de dezembro de 2011

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Texto: Tissiane Vicentin // Foto: Rose Gomes



Na seção Comer da Sorria 23 contamos para você um pouquinho da história da tradicional farofa, personagem principal em muitas mesas natalinas. Para quem acha que Natal sem farofa, não é Natal, separamos mais uma porção de receitas deliciosas para você poder escolher a mais gostosa para a sua ceia. As farofas salgadas são dicas da Ana Luisa Trajano, chef do restaurante Brasil a Gosto. Confira!

FAROFA DE PUPUNHA

Ingredientes
• 600 g de farinha de milho amarela
• 250 g de palmito pupunha desfiado
• 80 g de cebola fatiada
• 150 g de manteiga
• Sal e pimenta a gosto


Modo de preparo
Em uma panela grande refogue na manteiga o palmito e a cebola, acrescente a farinha de milho amarela e abaixe o fogo. Mexa o tempo todo para não queimar no fundo. Acerte o sal, a pimenta e desligue o fogo. Sirva quente.


FAROFA DE BANANA

Ingredientes

• 250 g de farinha de mandioca
• 150 g de banana da terra
• 70 g de cebola picada
• 20 g de alho
• 100 g de manteiga
• 50 g de cebolinha fatiada
• Sal e pimenta a gosto




Modo de preparo


Em uma frigideira grande refogue na manteiga a cebola e o alho. Pique a banana em pequenos cubos e acrescente junto ao refogado. Misture bem e coloque a farinha. Abaixe o fogo e deixe a farinha cozinhar levemente, tostando por 20 minutos. Acerte o sal, a pimenta e misture a cebolinha.

 

FAROFA DE FEIJÃO VERDE

Ingredientes

 


• 250 g de farinha de milho amarela
• 150 g de feijão verde cozido
• 100 g de bacon picado
• 70 g de cebola picada
• 20 g de alho
• 50 g de cebolinha fatiada
• 100 g de tomate picado
• 100 g de banha suína
• Sal e pimenta a gosto




Modo de preparo


Em uma frigideira refogue a banha, a cebola e o alho. Acrescente o torresmo e o feijão, misturando bem. Acrescente a farinha de milho e deixe o fogo baixo por 25 minutos. Desligue o fogo e coloque o tomate picado e a cebolinha. Tempere com sal e pimenta.

 

FAROFA DE MÃE

Ingredientes
• 250 g de farinha de mandioca
• 80 g de cebola picada
• 20 g de alho
• 50 g de manteiga
• 60 ml de azeite
• Sal e pimenta a gosto


Modo de preparo
Em uma frigideira quente coloque a manteiga, o azeite, a cebola e alho picado. Abaixe o fogo e acrescente a farinha de mandioca, mexendo continuamente até que fique crocante. Tempere com sal e pimenta e sirva.

 

 

Para quem quer uma opção de farofa doce, experimente fazer a nossa receita de Kuchen (pronuncia-se kurren) - palavra que, em alemão, significa "bolo". Aqui, a técnica foi adaptada e o doce é conhecido por Cuca.

CUCA DE UVA

Ingredientes

- Para a massa


• 4 ovos
• 2 xícaras de açúcar
• 75 g de manteiga em temperatura ambiente
• 750 ml de leite
• 1 kg de farinha de trigo
• 30 g de fermento biológico fresco
• 1 kg de uvas (podem ser uvas pretas ou a niágara rosada)
• 1 copo de açúcar cristal


Para a farofa
• 250g de açúcar
• 250 gramas de farinha de trigo
• ½ xícara de manteiga
• Açúcar e canela a gosto


Modo de preparo

Para a massa
Em um recipiente, dissolva no leite, o fermento com o açúcar e sal. Acrescente a manteiga e os ovos. Junte a farinha aos poucos e mexa até formar uma massa consistente. Passe a sová-la com as mãos até formar uma massa homogênea e acrescente o restante da farinha até que chegue num ponto que não grude nas mãos. Cubra com pano e deixe crescer até dobrar de volume. 

Para a farofa
Misture com a ponta dos dedos a manteiga, o açúcar, a farinha e a canela. 

Como montar
Unte uma forma grande com manteiga, ajeite a massa e despeje as uvas por cima. Pressione para que elas possam incorporar à massa. Depois, despeje a farofa doce por cima. Leve ao forno pré-aquecido a 180°C. Asse por aproximadamente 1 hora, ou até que comecem a dourar na superfície.

Dica: Se preferir, você também pode trocar as uvas por uma tradicional cobertura de bananas - utilize 5 delas para deixar o bolo bem caprichado!


Escrito às 11h58 do dia 19 de dezembro de 2011

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Texto: Da redação // Foto: Noukka Signe

Na seção Amar da Sorria 23 você conferiu um punhado de depoimentos sobre gratidão. Leitores que tiveram algo ou alguém em suas vidas e que a transformaram de uma maneira única. Aqui você confere mais alguns relatos emocionantes de pessoas que tiveram a oportunidade de mudarem para melhor!

 

Em janeiro de 2011 visitei Machu Picchu, cidade-símbolo da lendária civilização inca. Para chegar até lá, encarei uma aventura debaixo de chuva, que começou às 4h30. São inúmeras escadas a subir, além da falta de ar proporcionada pelos 2400 metros de altitude. Ao chegar ao topo, depois de 1h30 subindo sem parar, meus olhos brilham de emoção. Além do valor histórico, o local parece exalar uma energia única. Apesar do cansaço, a peregrinação me deu força para começar o ano a todo vapor. Essa viagem me mostrou que não há limites para você realizar um sonho.
Wanise Martinez, 27 anos. São Paulo (SP)

 

Quando eu tinha 17 anos, fiz um intercâmbio para o Japão. Minha meta era provar, para mim mesma, que era capaz de me virar sozinha. Embarquei sem saber falar uma palavra em japonês e pouquíssimas em inglês. Os dois primeiros meses foram difíceis. Mas depois fui me adaptando. Fiz muitos amigos, aprendi a lidar com as minhas fraquezas e descobri que, nem sempre, as coisas saem como a gente quer. No ano seguinte, quando voltei ao Brasil, já estava mais madura, confiante e independente. Hoje, já guardo dinheiro para que o meu filho, de 9 meses, tenha essa mesma experiência.
Ana Licya Martins Vieira, 28 anos. Mogi Mirim, São Paulo

 

Eu estava passando por um momento de muitas mudanças em minha vida, problemas no emprego e término de namoro. Então, em março do ano passado, tirei 15 dias de férias para viajar. Durante 4 dias fiquei sozinha em Florianópolis (SC), uma cidade que eu não conhecia. Foi ali que entendi quem eu sou, o que eu quero e do que eu sou capaz. Percebi que sou querida e amada mesmo com as pessoas à distância e que, quando eu estou bem comigo, consigo fazer os outros felizes e entender os problemas com clareza. Simples assim.
Taís Sábio Moreno, 27 anos, Bauru, SP

 

Eu sempre gostei de viajar. Já viajei muito pelo Brasil e fora dele. Mas quando fui para Minas Gerais, em fevereiro de 2006, algo mexeu comigo. Eram duas emoções fortes:  viajar pela primeira vez com meu marido, na garupa de sua moto, e ao mesmo tempo ir ao encontro das belezas culturais que já tinha ouvido falar muito. Não consegui conter as lágrimas ao visitar a Igreja de Bom Jesus do Matosinho, em Congonhas do Campo. Cada profeta parecia olhar para mim. Ao fim da viagem, fiquei muito grata as cidades que visitei por terem me proporcionado presenciar tamanha beleza, que só conhecia por meio dos livros.
Ione Bonfim Gomes, 39 anos. Atibaia, São Paulo.

 

Em abril de 2000, ganhei uma semana em Londres de um curso de inglês. Para a surpresa de todos, só voltei para o Brasil depois de 5 anos e meio! O período tornou-se uma longa história, que me trouxe uma bela experiência de vida! Hoje, estou convencida de que foi a melhor coisa que me aconteceu, não só pelo conhecimento cultural mas, principalmente, pela experiência de vida. Esse tempo me fez crescer e me tornou quem sou. Até então nunca havia dado tanto valor para coisas simples na vida, como família, amigos e o nosso país.
Marina Cervi, 31 anos, São Paulo (SP)

 

Há sete meses, eu e alguns amigos sofremos um grave acidente. Nosso carro capotou sete vezes. Todos os meus amigos ficaram bem, mas eu quase perdi meu braço direito. Por meio ano, a ferida me impediu de fazer algo pelo que sou apaixonado: jogar vôlei. Hoje, carrego uma cicatriz em meu antebraço e encaro aquela experiência como algo que me fez perceber o quanto a vida é frágil e me mostrou o que realmente tem importância. Foi por isso que voltei às quadras no mês passado. Aprendi a me dedicar ao que amo.
Vinícius Menegolo, 20 anos, Batatais (SP)

 

Tinha 23 anos quando um dos meus primos, internado por causa de um câncer, morreu. Eu era o único parente no hospital e precisei ser muito forte para dar a notícia e consolar toda a família. Depois disso, percebi que as pessoas precisam de um alento quando estão hospitalizadas. Como sempre tive facilidade para interpretar – faço curso profissional de teatro – decidi fazer um trabalho voluntário com os pacientes e familiares nos hospitais, para agradecer pela força que tive quando o meu primo faleceu e por Deus ter me dado esse talento. Hoje, com um grupo de atores, levo um pouco de alegria ao hospital de Barueri.
José Júnior, 26 anos, Barueri, São Paulo

 

Tenho deficiência auditiva desde criança, mas, quando pequena, escutava bem mais. Hoje, não vivo sem meus aparelhos. Criei há um tempo um blog (o cronicasdasurdez.com.br) sobre minha história, contando as aventuras e desventuras da deficiência auditiva. E nunca imaginei que ajudaria tantas pessoas apenas com meus relatos. Minha grande inspiração foi Helen Keller, célebre escritora e filósofa americana, que era surdocega. Foi ela que me fez entender que não há desculpa para não correr atrás dos nossos sonhos, mesmo com limitações sensoriais.
Paula Pfeifer, 30 anos, Santa Maria (RS)

 

Com 49 anos minha mãe descobriu que estava com câncer de mama. Foi muito difícil para todos, afinal ela já tinha perdido 3 irmãos para essa doença. Apesar disso, fomos muito fortes e não fraquejamos nem por um minuto. Era inaceitável perder outra pessoa querida. Durante o tratamento, minha mãe decidiu que queria uma grande festa no dia 26 de setembro, seu aniversário, para comemorar seus 50 anos de vida. O evento acabou não acontecendo pois ela ainda estava em tratamento, mas a cada ano que passa a família se reúne sempre nessa mesma data para agradecer sua saúde. Minha mãe aprendeu que o importante é ter força e coragem. Hoje ela tem 53 anos e acabou de virar avó.
Julia Pires Vaz, 21 anos, Barueri (SP)

 

Eu estava péssima com a notícia de que não havia mais esperança de cura para o diagnóstico da doença de minha tia. Chorei a manhã toda, até que minha sogra me emprestou um filme chamado "Cartas para Deus". Assisti e me emocionei muito. Lembro que, quando terminou, fui para a varanda de minha casa, que é no alto, e vi a cidade toda. O sol estava se pondo em um céu lindo. No dia seguinte, cedo, minha irmã me ligou e minha mãe avisou sobre o falecimento da minha tia. Foi um choque, mas lembrei na hora do filme e do exemplo que aprendi. Isso me inspirou a ser voluntária em um hospital.
Brena Fernanda Prieto, 18 anos, Matão (SP)

 

Fazia apenas quatro meses que eu e o Danilo namorávamos, quando veio a notícia: você está grávida. Foi ele quem descobriu. Em vez de comprar o remédio para náuseas, que eu pedi, ele me trouxe um teste de gravidez. Minha família rompeu comigo quando soube. Grávida, no último ano da faculdade e com o namorado desempregado. Foi difícil aceitar. Eu era workaholic, baladeira, não tinha objetivo na vida e morria de preguiça de bebês. Com a chegada do Teodoro (cujo nome significa presente divino) minha vida ganhou outro ritmo. Hoje me sinto muito completa com a minha família.
Clara Karmaluc, 26 anos. Belo Horizonte, MG

 

Após uma decepção amorosa, deixei de acreditar no amor. Cheguei a ter certeza que meu destino era ficar sozinha. Machucada e insatisfeita com minha vida profissional, decidi largar tudo e passar um ano estudando inglês na Austrália. Depois, passei seis meses viajando pelo sudeste asiático e conheci vários casais caminhando juntos pelo mundo. Foi aí que comecei a pedir, com toda a força, para ter um amor. Quando voltei para o Brasil, não demorou muito para que encontrasse aquele que se revelaria minha verdadeira alma gêmea.
Anita Martins, 29 anos, Florianópolis (SC)



Sempre fui apaixonada por ler e escrever. Mas, aos 14 anos, uma professora de Língua Portuguesa fez com que eu me desiludisse com o que sempre enxerguei como meu futuro: ser escritora. No ensino médio, foi uma professora com brincos coloridos, voz forte e jeito doce quem me devolveu a paixão pela leitura e escrita. Minha nova professora de português nos  apresentou a grandes autores e orientou radionovelas e jornais experimentais. Hoje, estou no terceiro ano de Jornalismo e ela se mudou para Portugal, mas ainda mantemos contato. Sempre ressalto a ela a importância das suas aulas na minha decisão e no meu dia-a-dia. Parte de quem sou - e de quem vou me tornar -, eu devo a ela.
Alessandra Goes Alves, 21 anos, estudante - São Paulo (SP)

 

A empresa onde trabalhava vinha passando por mudanças. Um dos sócios tinha saído e ganhei um novo chefe. Com o passar dos meses, a situação se tornou insuportável, mas eu resistia em sair porque gostava muito do que fazia. Meu trabalho era praticamente a minha segunda casa. Até que um dia ele meu a notícia: vou ter de desligar você da empresa. Não festejei na frente dele, mas mal ele sabe o quanto fiquei grata ao ser demitida. Hoje, me sinto muito mais feliz trabalhando com artesanato e com astrologia – que sempre foi hobby e descobri como fonte de renda.
Caroline de Paula, 32 anos. São Paulo, SP

 

Sou muito grata a minha ex-chefe pois ela me deu a minha primeira oportunidade de trabalho, um estágio em uma grande assessoria de moda. Eu era apenas uma estudante do primeiro ano de jornalismo, não tinha experiência nenhuma, e, mesmo assim, ela confiou e acreditou em mim. O ano que trabalhei para ela, entre outubro de 2009 e outubro de 2010, foi cheio de experiências incríveis que me ajudaram a crescer como ser humano, a ser responsável e a lidar com diferentes pessoas. Além das tantas coisas que eu aprendi sobre o mercado de trabalho e a minha profissão. Fora isso, se não fosse por ela e pelos contatos que ela me apresentou eu não estaria no meu atual emprego, em uma revista, que sempre foi um sonho para mim.
Laura Canavezi, 20 anos, São Paulo (SP)

 

Sempre gostei de poesia e cinema mas acabei entrando no curso de psicologia, em 2006. Segui a graduação por um ano, até que comecei a me dedicar a grupos de formação artística. Um dia, estudando o cineasta russo Tarkovski e, assisti ao filme Sacrifício. Foi como se tivesse visto Deus. Assustada, fui para casa pensando que, como ele, eu poderia unir poesia e cinema. Tranquei minha faculdade e comecei a cursar audiovisual. Vou me formar esse ano e sei que, sem esse filme, talvez não fizesse essa mudança.
Ana Roman, 23 anos, São Paulo - SP


Escrito às 11h35 do dia 13 de dezembro de 2011

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Reportagem: Tissiane Vicentin // Filmagem e edição: Carina Barros

Na seção Movimentar da Sorria 22 você conheceu 3 histórias que precisavam muito das pernas para acontecerem. Além delas, Wallace Kyoskys nos mostrou sua incrivel habilidade com o chamado Skyrunner, uma evolução da nossa conhecida perna de pau (se você ainda não leu o relato dele, clique aqui). Agora está na hora do artista circense mostrar como realmente funciona essa tal perna moderna. Confira!

 


 

VEJA MAIS

• Veja aqui outros vídeos da Sorria.

• Clique aqui e confira outras histórias dos nossos bastidores.


Escrito às 17h48 do dia 10 de novembro de 2011

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Texto: Tissiane Vicentin // Imagem:

 

Na matéria “O jogo do bem”, da Sorria 22, ensinamos alguns passos simples para você que quer se tornar um voluntário ter por onde começar. Depois de decidir o que você poderá doar – se é tempo ou serviço ou mesmo um ombro amigo – e estabelecer horários para ajudar, você deverá partir para procura de locais que receberão de braços abertos essa sua iniciativa.

A seguir você confere alguns sites que facilitam essa busca pelo local de atuação que você procura. Confira!
 

http://www.voluntarios.com.br/ - Aqui você coloca seu endereço e bairro e o site faz uma busca pela região acha associações que necessitam de trabalhos voluntários mais próxima de sua residência.

http://www.voluntariosonline.org.br/ - Se você não tem tempo para ser um voluntário que esteja presente nas instituições, então, talvez, esse seja o seu portal. Aqui eles propõem um voluntariado online, ou seja, você não precisará sair de casa para poder ajudar!

http://www.voluntariado.org.br/ (São Paulo) - Disponibiliza informações variadas sobre como ser voluntário e também ajuda o interessado a buscar efetivamente uma organização para começar o trabalho.

http://www.onlinevolunteering.org/en/index.html (em inglês, francês e espanhol) - Site de voluntariado das Nações Unidas. Aqui eles também disponibilizam o voluntariado online.

http://www.parceirosvoluntarios.org.br/ (Rio Grande do Sul) –Dão dicas sobre voluntariado, além de encaminhar jovens, adultos e até empresas a incluírem o trabalho voluntário  em sua rotina.

http://www.voluntariosemacao.org.br/ (Santa Catarina) – Além de informações e encaminhamento de voluntários, o portal disponibiliza, ainda, histórias de pessoas como você que realizam trabalho voluntário. Inspirador!

http://portaldovoluntario.v2v.net/ - Indicam instituições que precisam de voluntários e reservam um espaço para que as próprias instituições possam divulgar a necessidade de terem voluntários a quem interessar.

http://www.redebrasilvoluntario.org.br/ - Centros de voluntariado de Curitiba, Florianópolis, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo se uniram para criar uma única rede, com o objetivo de divulgar ações voluntárias e ajudar quem quer se tornar um.

http://www.acaovoluntaria.org.br/ (Curitiba) Disponibiliza informações e caminhos para quem quer ser voluntário.

 

 

Ajude já!

Você também tem a opção de entrar em contato diretamente com as instituições. Segue uma listinha de lugares que precisam de voluntários e as quais você poderá se candidatar:
 

www.acomunitaria.org.br - A Ong de São Paulo que trabalha com educação de crianças e adolescentes faz um cadastro permanente de voluntários que atuam nos projetos

www.soudapaz.org - O Instituto Sou da Paz precisa de voluntários que doem seu tempo, talento ou conhecimento para eventos, mobilizações e atuações dentro e fora de São Paulo

www.riodepaz.org.br - Precisa de apoio para a defesa dos direiros humanos, no Rio de Janeiro, em áreas de atuação que vão desde psicologia ao alpinismo

www.graacc.org.br - Tem um centro de voluntariado com cadastro de novos voluntários para atuar no hospital em São Paulo

www.amigosdobem.org - Trabalha para acabar com a miséria e a fome no sertão nordestino e precisa de gente para trabalhar na central, em São Paulo, e no sertão

www.vivario.org.br - A instituição que combate a violência no Rio de Janeiro oferece diferentes tipos de trabalho voluntário, que pode ser virtual, presencial ou em campanhas e eventos

www.hpp.org.br - O Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, trabalha com a saúde integral infantil e tem um amplo centro de voluntariado para ajudar no hospital, nas apresentações artísticas ou ajudar por meio de voluntariado empresarial

www.goldeletra.org.br - Precisa de pessoas que doem seu tempo e trabalho nos projetos e atividades que atuam nas áreas de arte, esporte, lazer e cidadania, em São Paulo 

www.criancabrasil.org.br - Trabalha com educação infantil na zona sul de São Paulo e precisa de voluntários em áreas como artes plásticas, biblioteca, captação de recursos, culinária ou música.

www.bancodealimentos.org.br - Em São Paulo, precisa de gente para ajudar da captação de recursos à coleta de alimentos

www.casadozezinho.org.br - Ong atuante na região de Capão Redondo, São Paulo, que visa a educação de jovens com poucos recursos.

www.cvv.org.br - O Centro de Valorização da Vida (CVV) é uma organização criada com o intuito de prevenir o suicídio. O trabalho se expandiu de uma forma que qualquer pessoa que esteja passando por qualquer dificuldade pode ligar. Atua em todo o Brasil e precisa de voluntários para plantonista do Programa de Apoio Emocional do CVV.

www.pestalozzisp.org.br - Atua em São Paulo e no Rio de Janeiro. Dá assistência médico-social e educacional aos portadores de deficiência. Necessita do trabalho voluntário de profissionais como médicos, dentistas, nutricionistas, psicólogos, auxiliares de serviço, entre outros.

www.umtetoparameupais.org.br - Ong latino-americana que tem a atuação em 19 países. Os jovens voluntários são responsáveis por ajudar a construir casas em regiões de baixa renda - as chamadas moradias de emergência. Necessitam de jovens voluntários, entre 18 e 29 anos. E não precisa ser engenheiro ou arquiteto, precisa ter apenas vontade!

www.fundacaodorina.org.br - A Fundação Dorina Nowill oferece produtos e serviços desenvolvidos especialmente para pessoas com deficiência visual, visando a integração e independência desses indivíduos na sociedade. Com atuação em todo o Brasil, eles precisam de voluntários para ajudar com bazares, acompanhantes de deficientes visuais em eventos, ledor domiciliar, entre outras atividades.

www.fazendohistoria.org.br - Atua na capital paulista e necessita de voluntários para ajudarem os jovens dos abrigos parceiros a escreverem suas próprias histórias.

hope.org.br/casa-hope/ - A casa Hope é uma Ong de São Paulo que auxilia crianças com câncer. Ela precisa de pessoas que possam auxiliar com seu trabalho durante algumas horas do dia ou mesmo da semana.

www.tucca.org.br - Ong que auxiliam crianças e adolescentes com câncer. Precisa de voluntários para ajudar em eventos e auxiliar em atividades realizadas com as crianças, em sua sede, na zona leste de São Paulo.

www.sosvidaanimal.com.br - Ong que resgata e cuida de animais abandonados e precisa de voluntários para ajudar nas atividades realizadas no abrigo.

www.institutoninarosa.org.br - Combatem o abandono e os maus tratos dos animais através da prevenção, mediante a Educação em Valores. Precisam de voluntários para auxiliar em eventos, palestras e mais atividades que o instituto realiza.

apacn.com.br - A Associação Paranaense de Apoio à Criança com Neoplasia, em Curitiba, precisa de voluntários para ajudar na Ong doando disposição e tempo.  Podem, inclusive, ajudar com doação de sangue para os pacientes da APACN. 

www.amigoanimal.org.br - Com atuação em Curitiba, a Ong Amigo Animal é responsável por resgatar e cuidar de animais abandonados. Eles necessitam de voluntários nas mais diversas áreas, desde veterinários ou formandos em veterinária e designers (para desenvolverem novos produtos para a instituição), até pessoas que possam disponibilizar um pouco do seu tempo para arrecadar produtos e auxiliar em organização de eventos. 

www.avos.org.br - A Associação de Voluntários de Saúde do Hospital Infantil Joana de Gusmão, localizado em Florianópolis, necessita de pessoas para auxiliar em atividades dentro do estabelecimento. O voluntário pode ajudar de três maneiras: passando por um programa de estágio (duração de 2 meses) para ser efetivamente integrado à equipe, ajudando financeiramente ou apenas disponibilizando seu tempo em dias de eventos sociais para a divulgação dos trabalhos da casa. 

www.deficientesvisuais.org.br - Associação de Cegos Louis Braille tem atuação em Belo Horizonte e necessita de pessoas que possam ajudar os internos com leituras e material de estudo, acompanhá-los em visitas a museus e outras atividades culturais e auxiliar o deficiente visual em suas mais diversas atividades ao longo do dia. Além de pessoas com conhecimentos em Biblioteca e Informática, com o intuito de ajudar em novos projetos para inclusão social.

www.lardavovo.com.br - O Lar da Vovó, de Belo Horizonte, abriga mais de 40 idosas em situação de abandono. Necessita de voluntários que possam dar atenção a essas vovós.

www.vivaedeixeviver.org.br - A Associação Viva e Deixe Viver tem como objetivo fomentar a educação e o bem estar da criança e do adolescentes hospitalizados através da contação de histórias. Os requisitos básicos para se tornar um voluntário é disponibilizar 2 horas no hospital e participar de oficinas de capacitação, que ocorrem na Sede da Associação, para aperfeiçoamento da atividade de contar histórias. A instituição atua 9 estados, dentre eles, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo.


Escrito às 18h38 do dia 03 de novembro de 2011

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Texto: Jaqueline Li // Imagem: Frederic Mancosu

Na seção Proteger da Sorria 22 você pôde aprender um pouco mais sobre as influências que o clima exerce sobre o nosso organismo. Agora que você já sabe quais são os mitos e as verdades dessa tal influência, veja o que fazer quando a temperatura decidir aumentar - ou diminuir - e proteja-se, faça chuva, faça sol!

 

Em baixas temperaturas

Roupas - O coração trabalha mais quando você tem que proteger o corpo do frio. Dessa forma, se você tiver que fazer um trabalho árduo, faça-o com calma e proteja-se bem com roupas quentes.

Tente manter-se seco, pois a umidade esfria o corpo rapidamente. Quando você começa a tremer é a indicação de que precisa buscar um lugar mais aquecido. A hipotermia (quando a temperatura corporal cai abaixo de 35º) é um dos principais problemas associados à exposição prolongada ao frio. Ela ocorre quando o corpo começa a perder mais calor do que é capaz de produzir. Esgota-se toda a energia armazenada e o corpo responde com sintomas como tremores e espasmos.

Alimentação - Quando a temperatura cai, os vírus da gripe e do resfriado ficam mais resistentes. Por isso, é sempre bom garantir uma alimentação rica em nutrientes para evitá-los. E, para quem já apresenta os sintomas, alimentar-se bem pode encurtar a duração do mal-estar. É importante também ingerir, pelo menos, de oito a 10 copos de água por dia. A água amolece o muco e deixa os cílios pulmonares mais fortes, facilitando o trabalho deles para a expulsão de microorganismos.

Uma alimentação saudável, rica em alimentos fontes de vitaminas, minerais e substâncias antioxidantes, fortalece o sistema imunológico e cria defesas orgânicas para combater os vírus. Frutas, vegetais folhosos, legumes, grãos integrais (cereais e leguminosas), carnes magras, peixes e aves sem pele, ovos, leite e derivados com pouca gordura, são boas fontes de energia.

Dentre as vitaminas e minerais que atuam fortalecendo nosso sistema imunológico, destaque para as vitaminas A (encontrada no peixe, gema de ovo, cenoura), C (nos cítricos, como laranja e limão, morango, melão, tomate, pimentão verde e vermelho), E (em óleos vegetais, gérmen de trigo, grãos integrais e frutos secos) e os minerais zinco (em carnes vermelhas e leguminosas, como feijão, ervilha, lentilha e amendoim) e selênio (na castanha-do-pará, frutos do mar, grãos de aveia e arroz integral).

 

No calor extremo

Roupas - A doença por exposição ao calor acontece quando não somos capazes de resfriar o corpo corretamente. Isso normalmente acontece pela transpiração, mas, sob algumas condições, apenas o suor não é suficiente. Nestes casos, a temperatura corporal aumenta rapidamente. Quando a temperatura do corpo é muito alta há dores de cabeça e mal-estar. Para que isso não aconteça, use roupas leves e frescas, que permitam a transpiração e a ventilação do organismo.

Quando a umidade do ar é alta demais, o suor não evapora com a rapidez suficiente, impedindo que o corpo libere o calor facilmente. Outras condições relacionadas à dificuldade incluem obesidade, idade, desidratação, doença cardíaca, doença mental, má circulação, queimadura solar, uso de alguns medicamentos e consumo de álcool. Então, prefira locais ventilados, frescos e evite ambientes fechados, que impeçam o corpo de ficar em temperatura amena.

Alimentação - Durante as estações quentes, você deve aumentar a ingestão de líquidos, independentemente do seu nível de atividade. Não espere ter sede para beber água. Se você realiza exercícios intensos em um ambiente quente, beba de dois a quatro copos de líquido fresco a cada hora.

Mas, em dias quentes, líquidos que contenham álcool, cafeína ou grandes quantidades de açúcar fazem você perder mais líquido ainda do corpo. Então evite esse tipo de bebida. E fuja também de sucos ou água muito gelados, porque podem causar cólicas estomacais.

A transpiração excessiva também faz com que o corpo perca sais e minerais. Estes elementos são necessários para seu organismo e é preciso repô-los. As bebidas isotônicas podem repor o sal e os minerais perdidos no suor. No entanto, se você mantém uma dieta restritiva em sal, converse com seu médico antes de consumir estes refrescos esportivos.


Escrito às 16h11 do dia 25 de outubro de 2011

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Texto: Tissiane Vicentin // Imagem: Andrea Rose

Nada mais belo do que o amor, não é mesmo? Vimos na Sorria 22 que o casamento tradicional se adaptou a modernidade e cada casal anda escolhendo o melhor jeito de juntar as escovas.  

Se você é daqueles que adora um pedido de casamento romântico, de joelhos, saiba que há alguns jeitos de adaptar isso também e tornar aquele momento ainda mais especial! Separamos aqui alguns vídeos de pedidos de casamentos inusitados. E pode apostar que tem de tudo mesmo, desde declarações em churrascos até mesmo pedidos grafitados em muros. Divirta-se e - porque não - inspire-se!

 

Faça seu próprio filme!





No Super Mário World

 

 


Como assustar sua namorada!


 

Pedido pelo celular

 

Graffiti

 


Escrito às 17h27 do dia 24 de outubro de 2011

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Texto: Jaqueline Li

Na seção Proteger da Sorria 22 falamos um pouco sobre como a mudança de clima pode influenciar na saúde - ou a falta dela - do nosso organismo. Para completar a lista, separamos algumas dúvidas comuns sobre essa tal influência. Será que sair no vento depois do banho entorta a boca? Por que será que eu tenho mais sono no inverno e mais preguiça no verão? Será que o tempo tem alguma relação com isso? E sair no frio com o cabelo molhado dá resfriado? Essas e outras perguntas você confere a seguir!



Choque térmico baixa imunidade?
Não. Um exemplo típico de choque térmico é a sauna e, no entanto, não há relato de pessoas que tenham a imunidade diminuída por isso. "O que ocorre com o choque térmico é uma contração dos vasos no frio e depois a dilatação no calor. Isso pode até, inclusive, causar uma sensação de bem-estar, mas não abaixar a imunidade", explica Chin An Lin, professor colaborador do Departamento de Clínica Medica da Universidade de São Paulo (USP).
 

Ar condicionado ajuda a transmitir vírus e bactérias?
Em algumas situações, sim. "Alguns fungos e bactérias podem viver no sistema de condução de ar condicionado e, dessa forma, se espalham facilmente em ambiente fechado", afirma Chin. Se o filtro do ar condicionado não for limpo ou substituído regularmente, ele pode se tornar um criadouro de bactérias e fungos com bastante facilidade. Além disso, "o ar condicionado desidrata o ar e resseca o muco protetor que reveste as vias aéreas. O ressecamento da superfície do epitélio respiratório destrói anticorpos e enzimas que atacam germes invasores, predispondo-nos às infecções", afirma médico Drauzio Varella, em seu site.


Sair no frio com cabelo molhado dá resfriado?
Não. "Não há provas científicas. O que provoca resfriado é uma infecção viral", afirma Chin. A umidade esfria o corpo mais rapidamente, mas ninguém se resfria por não se agasalhar no frio, sentar ou dormir em frente a uma corrente de ar ou sair com o cabelo molhado. A maioria dos resfriados são causados por rinovírus que se encontram em gotículas invisíveis presentes no ar que respiramos ou nas coisas que tocamos. Existem mais de 100 rinovírus diferentes que conseguem penetrar no nariz e garganta causando uma reação do sistema imunológico capaz de provocar dor de garganta, cabeça ou dificuldade de respirar pelo nariz.
 

Golpe de vento depois do banho quente entorta a boca ou dá cãibras?
Não. "A paralisia facial periférica, causada por uma infecção viral que atinge o nervo facial, acontece de forma súbita", explica Sérgio Barata, neurocirurgião da Faculdade de Medicina da USP. Ou seja, não é por causa do vento soprando. O mesmo raciocínio vale pra quando a pessoa se olha no espelho e é acometida por uma paralisia súbita. Daí vem o mito de que ser atingido por réstias de sol refletidas em superfícies metálicas entortam a boca. Já a cãibra é uma contração muscular. O que acontece é que, num golpe de frio, nossos músculos tendem a se contrair naturalmente e isso pode gerar cãibras.
 

O inverno dá sono?
Pode se dizer que sim. No inverno há menos luminosidade durante o dia, o que pode gerar uma alteração na produção de algum hormônio, como a melatonina. Estes hormônios são capazes de alterar o humor e até causar mais sono. "Além disso, as condições climáticas no frio nos fazem querer ficar em ambientes mais confortáveis, como a cama, e acabamos dormindo mais", afirma Leandro Valiengo, psiquiatra do Centro de Acupuntura da USP.
 

Pegar vento com corpo molhado dá dor de ouvido?
Não. "A dor de ouvido manifesta-se quando existe uma inflamação ou infecção no local, causadas por um vírus, uma bactéria ou um corpo estranho", argumenta Willy Akira Nishizawa, médico clínico e docente da USP.
 

Sereno faz mal?
Por si só não. Gripes e resfriados acontecem com maior frequência no inverno, já que os vírus tornam-se mais resistentes. No entanto, isso não significa que a baixa temperatura de noite ou de madrugada cause doenças. Para que o resfriado aconteça é preciso que o vírus esteja presente no ar.
 

No inverno, a gente fica mais doente?
Mais ou menos. Durante o inverno há a tendência de ficar mais tempo em ambientes fechados e pouco ventilados. "Isso facilita a circulação de agentes patológicos, como vírus, o que pode aumentar a incidência de doenças como resfriados e viroses", explica Eduardo D'Alessandro, clínico geral e docente da USP.


Calor dá mais preguiça?

Dependendo da situação, sim. O calor leva a uma vasodilatação, que causa queda da pressão arterial. "Além disso, há aumento da sudorese para resfriar o corpo e liberação de hormônios para evitar a perda de líquidos pelo rim. Isso tudo pode ocasionar a sensação de preguiça", afirma o psiquiatra Leandro Valiengo.

Os cabelos caem mais quando muda a estação?
Mais ou menos. "A queda de cabelo pode variar dependendo da estação do ano, pois no inverno o banho costuma ser mais quente, aumentando a oleosidade do couro cabeludo e a seborréia, o que causa a queda dos fios", explica a dermatologista Marcia Maria Ozaki Reguera. É normal perder cerca de 100 fios de cabelo por dia. Entretanto, problemas hormonais, certas infecções (causadas por fungos no couro cabeludo) e alguns medicamentos podem causar queda excessiva de cabelo. Outros fatores que levam a este distúrbio, incluem stress, dieta pobre em proteínas, histórico familiar ou má nutrição.


Escrito às 15h36 do dia 14 de outubro de 2011

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Reportagem: Tissiane Vicentin // Filmagem e edição: Carina Barros

Na seção Movimentar, da Sorria 22 falamos um pouco sobre atividades que necessitam das pernas - de carne e osso, ou não - para serem realizadas. O tema de abertura da matéria foi a Dança Russa. Se você se encantou com a cultura que ela traz consigo, vai gostar ainda mais desse vídeo. Nele, o Grupo Volga de Folclore Russo mostra um pouquinho do que eles sabem fazer de melhor: dançar! Confira.

 


Escrito às 16h35 do dia 11 de outubro de 2011

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Texto: Jaqueline Li, Jéssica Martineli, Karina Sérgio Gomes, Rafaela Carvalho, Rita Loiola, Tiago Cordeiro e Tissiane Vicentin // Imagem: David Dittrich



A seção Amar da Sorria 22 está repleta de lindas histórias de amor. São relatos de declarações para namorados, amigos, filhos e o que mais o amor conquistar! Confira abaixo mais um punhado delas e emocione-se.
 

Quando meus filhos eram crianças, eu sempre dizia que os amava. Mas a primeira vez que eu ouvi do Daniel, o mais velho, de 28 anos, "Mãe, eu te amo", tive uma das maiores emoções da minha vida. Pode parecer casual, mas ouvir dos filhos essa frase é a maior declaração de amor que se pode receber. Serve como remédio que alivia a dor, música que enche o coração de paz e alegria, e dá a certeza que esse amor transforma a minha vida.
Tania Regina Hoffmann, 50 anos, Rio do Sul (SC)

 

Estava navegando na internet quando vi um twitter do meu namorado, o Alexadre: ‘Bruna, você quer casar comigo? #BrunaDigaSim’. Quando percebi, a campanha já estava nos Trending Topics do site. Pensei comigo: ‘só mesmo um nerd para levar a amada para os Trending Topics antes de levar ao altar’. Aceitei, mas pessoalmente. Só depois anunciei pelo Twitter que tinha dito sim. A experiência foi tão bacana que criamos um blog para mostrar todos os passos do nosso noivado e do casamento e um site para ajudar noivos com listas de presentes.
Bruna Bittencourt, 28 anos, São Paulo (SP)

 

Conheci meu marido há mais de 12 anos, depois de me formar na faculdade. No começo de 2009, decidi arriscar e fazer uma receita de cheesecake que ele adora. Para minha surpresa, ele gostou! Aí testei novas receitas, fiz um projeto com uma ONG e, no fim do mesmo ano, cheguei até a minha receita final e atual. Foi quando surgiu a Xcakes, uma empresa especializada em vender o doce. Foi um gesto de carinho que abriu as portas para a minha nova empresa.”
Luana Azeredo, 34 anos, São Paulo (SP)

 

Certo dia, li que ‘feliz é o homem que chega em casa com as mãos abanando, e recebe um abraço da mesma maneira’. Meu pai tinha o hábito de sempre nos trazer guloseimas no final do dia, mas nunca fiz isso. Uma noite, quando vi minha caçula correndo para me receber com um abraço percebi que estava de mãos vazias e lembrei-me do que havia lido. Quando estávamos no sofá, comentei com ela o que senti. Do alto dos seus seis anos, ela respondeu como gente grande: ‘Papai, você pode chegar a qualquer hora com as mãos vazias. Pra nós o mais importante é você’.”
Charlles Nunes, 34 anos, Angra dos Reis (RJ)

 

Tinha acabado de chegar em casa do trabalho, quando uma sirene tocou. Achei que era uma polícia passando, mas aí disseram o meu nome no megafone. Eu saí para ver quem era e tinha um carro de som, todo enfeitado, na frente da minha porta. Leram uma carta de amor no microfone. No começo eu fiquei com vergonha, porque todos da rua saíram para ver. Mas depois eu entrei no clima e fiquei muito emocionada. Quando o locutor terminou de ler a carta, meu namorado saiu do carro com um buquê de flores. Com certeza, essa foi a maior e melhor declaração de amor que eu recebi.
Bianca Araújo Silva, 27 anos. São Paulo (SP)

 

Era o primeiro aniversário dele que nós iríamos comemorar juntos. Eu estava com viagem marcada para ficar por um ano na Alemanha. Então decidi dar um presente especial e fiz uma caixa com várias coisinhas que lembrassem a gente. Assim, mesmo longe, eu estaria sempre por perto. Juntei foto, fiz um desenho, deixei o restinho do meu perfume - para que ele também sentisse o meu cheiro - e gravei uma fita, dizendo tudo o que eu sentia por ele e tudo o que ele significava pra mim. Assim ele também teria a minha voz por perto quando a saudade apertasse!
Catharina Guedes, 20 anos, São Paulo (SP)


Antes de começarmos a namorar, meu namorado aproveitou o momento de festas juninas na escola para tentar me conquistar com o correio elegante. A ideia inicial era que eu recebesse diversas cartinhas durante o dia todo - cheias de frases, desenhos, músicas e declarações. Mas o medo dele de que a menina responsável pela brincadeira perdesse as cartinhas foi maior, e eu acabei recebendo ao final do dia uma única carta, bem rechonchuda e contendo várias mensagens. Quando recebi a correspondência fiquei muito surpresa, tanto pelo correio inesperado, quanto pela quantidade de papeizinhos. Passei vários minutos abrindo cada uma e lendo com carinho.
Tissiane Vicentin, 22 anos, São Paulo (SP)


Embora a doença já existisse na família, jamais pensei que meu filho Pedro Henrique pudesse ter neuropatia óptica hereditária de Leber. Há dez anos, saí louca pelo mundo para encontrar uma solução para doença que o deixaria cego. Mandei mais ou menos 250 e-mails, tive muitas respostas negativas e uma positiva, dos Estados Unidos. Os médicos vieram estudar seu caso, que virou uma das maiores pesquisas sobre doença. Eu e ele tivemos que reaprender a viver. O que eu pude fazer na época foi todo esse esforço. Quando a doença surge, você quer que ela venha para você e não passe para o seu filho. Hoje ele percebe todo esse meu amor. É um amor que não tem comparação.
Maria Odete Moschen, 63 anos, Vitória (ES)

 

Eu havia lido uma entrevista em que a Cat Power dizia que conhecia pouco a música brasileira. Quando soube disso resolvi dar de presente a ela cinco cds de artistas nacionais (Caetano, Cazuza, Chico Buarque, Elis Regina e Maria Bethânia) durante o show da Virada Cultural, em Jundiaí, no ano passado. Parecia impossível entregar o meu presente para a “melhor voz do mundo” em meio à multidão que se formou em frente ao palco quando a apresentação chegou ao fim. Mas ela me viu, pegou o meu presente, ouviu as minhas declarações, disse “Oh! Thank you” 4 vezes e colocou uma flor na minha mão!
Fernanda Fadel, 24 anos, Jundiaí (SP)

 

Aos 54 anos recebi a maior declaração de amor da minha vida. Depois de aposentada, procurei ocupar meu tempo em uma faculdade para a terceira idade e foi lá que conheci o Julio. Pegava carona com ele e, aos poucos fomos percebendo afinidades e começamos a namorar. Alguns meses depois, ele achou que os colegas deveriam saber do nosso namoro e, sem que eu soubesse, pediu licença à professora no fim da aula, foi lá na frente e pediu a atenção de todos. Ele havia chamado, também, a coordenadora da Faculdade e secretárias. Então pediu para que eu ficasse em pé e disse: "Berenice, descobri que te amo demais, descobri em você minha paz, verdade, verdade... (lembra da música do Zeca Pagodinho?). Berenice estou apaixonado por você!". A classe toda  bateu palmas e eu, vermelha, tive que ir lá na frente para receber o abraço e o beijo dele. Hoje estamos casados e essa declaração me marcou muito.
Berenice Rabello, 61 anos, São José dos Campos (SP)

 

O ano era 2005 e eu namorava pela segunda vez o Marcelo. Ele me convidou para jantar e disse que ia a um lugar especial. No caminho, ele se perdeu mas, finalmente, chegamos ao Terraço Itália, um restaurante em um dos prédios mais altos de São Paulo. Pedimos um champanhe, ele esperou tocar uma música romântica e me pediu em casamento. Os dois começaram a chorar de emoção, tanto que eu e ele não comemos nada, só bebemos o champanhe... estávamos preenchidos de muito amor. Casamos 1 ano e meio depois e agora temos o melhor presente do mundo, o nosso filho, Gabriel, de 1 ano e 7 meses.
Julia Maria Pires Riberi, 30 anos, Santana de Parnaíba (SP)

 

Minha madrinha e eu éramos muito unidas. Ela, ao saber que seria internada, veio se despedir de mim. Disse-me que eu era a pessoa mais especial para ela e o quanto me amava. Felizmente, pude retribuir sua declaração, mas de um jeito diferente: estando ao seu lado e a tratando com todo o amor e carinho que ela merecia em seus últimos dias de vida. Hoje, quando me lembro dela, me lembro das suas palavras e sei que foram elas que me motivaram a seguir em frente sem a pessoa que tanto amei.
Amanda Gonçalves, 18 anos, São Vicente (SP)

 


Escrito às 18h09 do dia 03 de outubro de 2011

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