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Já doamos cerca de
para a saúde e a educação no Brasil.
>> Acompanhe a nossa prestação de contasNa seção Movimentar da Sorria 18 falamos sobre esportes praticados com bola. Lá você conheceu a história da jovem jogadora de golfe Vitória Monteiro, do fundador do Clube Campineiro de Boliche James Douglas Bradfield, e da professora de futevôlei Natalie Martins. No texto a seguir, assinado pela jornalista Érica Georgino, você confere mais um emocionante relato.

Quase todo dia é dia de treino para a comerciante Rosemary Rodrigues Martineli, de 68 anos. Duas vezes por semana, antes das 7h, ela se dirige ao clube que frequenta em São José do Rio Preto (SP), cidade onde mora, para treinar vôlei. Em outros dois encontros semanais, no centro esportivo da prefeitura, ela também pratica manchetes, toques e cortadas.
Já os sábados e domingos são dedicados a um esporte que não é transmitido pela televisão, não tem campeonato mundial e do qual pouco se ouve falar quando entramos na idade adulta – mas que quase todo mundo já praticou nos tempos da escola: a queimada. Também conhecida como "bola queimada", "queimado" ou "caçador", em diferentes regiões do Brasil, a brincadeira consiste basicamente em tentar acertar, com uma bola, os integrantes do time adversário.
Rosemary começou a praticar há quase dez anos, quando as dores na coluna provocadas pelo bico de papagaio e pela artrose estavam quase insuportáveis. Procurou um ortopedista, que lhe recomendou a hidroginástica. Ela adorava os exercícios na água, mas a parte das aulas que mais lhe agradava era o aquecimento, realizado por meio de brincadeiras com bola.
Mais que questão de saúde, os treinos são seu espaço de socialização. Rosemary disputa campeonatos municipais de queimada e cultiva grandes amizades nos mais diversos grupos que frequenta. Os times dos quais participa são bem ecléticos: formados por jogadoras com idades entre 18 e 70 anos. “O esporte é o melhor remédio para o meu corpo”, diz, hoje praticamente livre das dores que tanto a incomodavam.

Escrito às 11h33 do dia 15 de março de 2011
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Na matéria "Saudosa merenda", publicada na seção Comer da Sorria 18, ressaltamos a importância de resgatar o velho hábito da merenda escolar. Lanchinhos saudáveis durante os intervalos da rotina podem, sim, tornar o seu dia muito mais saboroso. Além disso, deixamos diversas dicas para você caprichar na hora de fazer uma boquinha. Mas ficamos devendo as receitas dos sanduíches que aparecem nas fotos. Ficou curioso? Confira a seguir:

Sanduíche frio de rosbife
Ingredientes
• 2 fatias de pão italiano
• manteiga
• 2 ou 3 fatias de rosbife caseiro
• alface americana
• pepino em conserva cortado em fatias
• mostarda
• sal
• pimenta-do-reino
Modo de preparo
Passe a manteiga em cada fatia do pão. Sobre uma delas, acrescente o rosbife, algumas folhas da alface e o pepino. Na outra fatia de pão, sobre a manteiga, acrescente uma farta porção de mostarda, depois o sal e a pimenta-do-reino, a gosto. Aí é só fechar o sanduíche.

Sanduíche quente de berinjela
Ingredientes
• 3 fatias de berinjela
• sal a gosto
• azeite de oliva
• 2 fatias de pão de fôrma da sua preferência
• molho de tomate (pode ser aquele que sobrou da pizza do fim de semana...)
• 2 fatias de mussarela
• parmesão ralado
• folhas frescas de manjericão
Modo de preparo
Tempere as fatias de berinjela com sal. Numa frigideira, frite-as num fio de azeite. Espalhe o molho de tomate em cada fatia de pão. Acrescente uma fatia de mussarela. Sobre ela, coloque a berinjela. Salpique com o parmesão ralado. Por cima, adicione mais uma camada de mussarela e o manjericão. Cubra com a outra fatia de pão. Leve à sanduicheira até que o pão fique dourado e o queijo bem derretido.
Escrito às 14h49 do dia 11 de março de 2011
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Na seção Brincar da edição 18 da Sorria demos algumas dicas culturais que tinham como tema Educação. Dois livros, um documentário, uma música e um filme foram os escolhidos para enfatizar a importância desse bem na sociedade. Como de costume, aqui está mais uma porção cultural para você se inspirar! Confira:

Uma Professora Muito Maluquinha, livro de Ziraldo.
A professora retratada por Ziraldo em seu livro é apaixonante. Ela conquista seus alunos por meio de transgressões inimagináveis, como distribuir notas como se fossem doces, abolir o zero – é claro, porque “zero não existe” –, ou convocar um júri de alunos para avaliar as infrações de seus colegas. A “maluquice” da professora é, na verdade, a ousadia de devolver à sala de aula e aos alunos o entusiasmo. Leitura que agrada a crianças e adultos.

Entre os Muros da Escola, livro de François Bégaudeau e filme de Laurent Cantet (2008, França).
A sensação de realidade que perpassa todo este filme, ganhador do Festival de Cannes em 2008, não é à toa. Ele é baseado no livro em que François Bégaudeau conta suas memórias como professor numa escola muito parecida com a representada na obra. Na adaptação para o cinema, François é o ator que interpreta o protagonista. A trama abrange toda variedade de questões envolvidas no relacionamento entre mestre e alunos: até onde é possível estabelecer uma relação de proximidade? Como as diferenças econômicas e culturais influenciam esse laço? Como tratar com dificuldades específicas de cada aluno? Para o espectador brasileiro, chamam a atenção as semelhanças com o ensino em nosso país.

Escritores da Liberdade, filme de Richard LaGravenese (2007, EUA).
Um grupo de jovens problemáticos e violentos, envolvidos em gangues. Essa é a turma na qual a professora Erin Gruwell, interpretada por Hilary Swank, foi designada a lecionar Literatura. O assunto, em princípio visto pelos alunos como algo muito distante de seus horizontes, acaba sendo apresentado por Erin como uma forma de identificação, expressão e transformação da realidade.
Thank a Teacher ("Agradeça a um professor"), site em www.mudpiesandbutterflies.com/thankateacher/
Arranje um tempo para agradecer um professor hoje. Este é o pedido feito com muita graça e poesia neste vídeo. Ele é parte da campanha de divulgação do site Mudpies and Butterflies ("Castelos de Areia e Borboletas"), que permite a escolas criarem gratuitamente uma rede social (em inglês) para manter pais, alunos e professores conectados. Confira a tradução completa do texto que ilustra as imagens:
“Mãe, pai, mentor, enfermeiro, confidente.
A cada dia, um professor desempenha todos estes papéis.
Olhando um mar de estudantes,
os rostos são confiantes, assustados, apáticos, raivosos.
Olhando um mar de estudantes,
os professores veem a possibilidade em cada criança.
Antes até que ele veja a possibilidade em si mesmo.
Professores nos mostram a cada dia
o que significa transformar a paixão
no trabalho de uma vida.
Encarregar cada estudante da tarefa de fazer um melhor amanhã,
porque isto nem sempre é sobre ter as respostas certas.
É também sobre fazer as perguntas certas.
E mesmo que o sinal toque,
um professor nunca para de pensar em maneiras de motivar e inspirar.
Nunca para de disseminar a curiosidade, a esperança e a ideia de que,
com trabalho duro, nada é impossível.
Um professor pode pegar um material bruto de experiência humana
e inspirar grandiosidade.
Chacoalhar sonhos e mudar vidas.
Se nada de bom pode ser feito neste mundo
sem primeiro cultivar esperança e confiança em um indivíduo,
então só podemos agradecer aos professores
por nossas grandes conquistas.
Faça uma pausa para agradecer a um professor hoje.”
Escrito às 15h45 do dia 28 de fevereiro de 2011
Na edição 18 da Sorria, estreamos a seção Educar com a matéria "Lição de casa", contando histórias de pais que se esforçam para contribuir com a formação dos filhos. Os depoimentos são pra lá de inspiradores. Mas há outras dicas que você pode colocar em prática no seu dia a dia para estimular seu filho a ter uma ótima educação. Confira abaixo!
- Conheça bem a escola onde seu filho estuda. Não deixe de comparecer às reuniões de pais. Se preferir, agende uma visita. Confira como é a estrutura física, se há merenda de qualidade todo dia, se há uma biblioteca. Nas escolas públicas, esses recursos são obrigação do governo. Cobre um ensino de qualidade, é seu direito.
- Se seu filho estuda em escola pública, procure saber qual é o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) da instituição (clique aqui para descobrir). O Ideb é uma nota que varia de 0 a 10. Quanto maior, melhor a qualidade de ensino na escola. Para saber mais, clique aqui.
- A escola possui um conselho escolar? Ou seja, há um grupo de representantes de pais, estudantes, professores, demais funcionários, comunidade e diretoria que orienta a gestão da instituição? Se não, estimule a criação de um. E procure participar, para contribuir com a melhoria da escola. Saiba mais aqui.
- Converse com os professores para saber como é o rendimento do seu filho. Pergunte como você pode ajudá-lo a avançar nos estudos.
- Estimule seu filho a cuidar do uniforme e do material escolar, de modo que ele enxergue a rotina escolar como algo importante, que merece dedicação.
- Confira se ele fez o dever de casa. Se apresentar dificuldades, oriente-o, mas não faça a tarefa por ele.
- Cuide da sua educação, para você ter mais conhecimento para passar aos seus filhos. Não terminou seus estudos? Sempre é tempo!
- Repasse ao seu filho as habilidades que você aprendeu na vida, como cozinhar, trabalhar com madeira, cuidar das plantas, tocar um instrumento musical... São conhecimentos preciosos que muitas vezes não são ensinados na escola.
- Na medida do possível, tenha em casa recursos que estimulem a curiosidade e o aprendizado, como revistas, livros e acesso à internet.
- Incentive seu filho a ler. Para isso, nada melhor do que dar o exemplo. Curtir um livro junto a ele, além de instrutivo, estreita os laços. Será uma memória que ele guardará pelo resto da vida.
- Leve-o a programas culturais, como visitas a bibliotecas, museus, teatro, cinema, exposições, shows... São maneiras divertidas de abrir os horizontes.
Escrito às 16h42 do dia 24 de fevereiro de 2011
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Na edição 18 da Sorria falamos sobre os diversos aprendizados que alguns de nossos leitores ainda querem adquirir. Encarar a vida de forma mais positiva, ser mais organizado, ter mais paciência ou mesmo aprender a fazer uma simples e deliciosa torta são os desejos retratados na seção Amar. Aqui você confere mais alguns depoimentos que - esperamos - te inspirem a querer aprender sempre mais!
Vendo pessoas no metrô e no shopping se comunicando apenas com gestos, pensei: e se uma delas vier me pedir uma informação? Vou procurar um curso de Libras!
Andréa Teixeira, 30 anos, São Paulo.
Eu quero aprender a falar inglês. Mas tem que ser fluentemente. Por isso estou juntando dinheiro para bancar minha primeira aventura no exterior. Logo após minha formatura, embarco para uma temporada de estudo na Austrália!
Nathália Campos Simões, 21 anos, Praia Grande (SP).
Eu gostaria de entender por que as pessoas se desentendem tanto. Assim, poderia ajudá-las a levar uma vida com menos conflitos.
Marcelo Silva, 35 anos, São Paulo (SP).
Após uma década parada, aos 19 anos resolvi voltar às aulas de balé. Foi difícil. E até hoje, aos 26 anos, ainda não consigo fazer o fouetté en tournant, uma pirueta em que se usa uma das pernas como um chicote, dando impulso para o giro. As bailarinas mais hábeis conseguem fazer mais de 30 fouettés seguidos! Dois, três, quatro pra mim já estaria de ótimo tamanho!
Bárbara Menezes, 26 anos, São Paulo.
Desde adolescente tenho vontade de fazer aula de tango. Era difícil encontrar professor – e mais ainda quem quisesse aprender comigo. Há oito anos, eu e meu marido entramos em uma escola. Mas acabamos desistindo – quer dizer, ele desistiu... Há uma semana, resolvi fazer sozinha. Está sendo maravilhoso! Quem sabe não o convenço a voltar?
Maria Cecília Grossi Santos, 54 anos, Belo Horizonte (MG).
Cresci na roça, no interior da Bahia. Sempre quis montar os cavalos, mas eles estavam sempre ocupados nas atividades da fazenda. Só sobravam os jegues. Mudamos para São Paulo, e meu sonho continua o mesmo: aprender equitação.
Odino Gonçalves, 69 Anos, São Paulo.
Caí por acidente numa piscina e tive que ser retirado pelos outros frequentadores... Preciso aprender a nadar!
Ronaldo Sérgio Olivetti, 46 anos, São Paulo.
Sei cozinhar desde os 12 anos, quando fui trabalhar pela primeira vez como doméstica. Mas meu sonho é aprender a fazer pratos sofisticados.
Josenilza Santos do Carmo, 52 anos, Suzano (SP).
Quer aprender a ser chef de cozinha. Já sou a chef da minha família, pois preparo as refeições de casa diariamente. Mas quero melhorar ainda mais, e fazer pratos incríveis numa cozinha superequipada!
Alejandra Valdes, 29 anos, Cidade do México, México.
Quero aprender a comer menos, me controlar, não atacar as besteiras que engordam e fazem mal.
Mariana Carvalho, 20 anos, São Caetano do Sul (SP).
Queria aprender a mostrar um lado menos egoísta de agir pelo meio ambiente, para que as pessoas parem de prejudicar a natureza. Tenho conversado com alguns amigos, mas é tão difícil...
Helena Bretos, 14 anos, São Paulo (SP).
Sempre quis aprender a surfar. Mas, por causa de uma sensiblidade nos ouvidos que causa dor quando fico embaixo d'água, vou adiando...
Juan Carlos Wallace, 35 anos, São Paulo.
Aos 15 anos, ao ouvir meu tio tocando viola clássica, me apaixonei pelo instrumento. Tive aulas por mais de um ano. Na época do vestibular, porém, tive que deixar a música de lado. Hoje, cursando faculdade de artes visuais, também não tenho muito tempo. Mas minha viola está guardadinha na casa dos meus pais. Sempre que volto lá, pratico tudo o que sei. E sonho com o dia em que poderei voltar a estudar para me tornar uma musicista de verdade!
Marina Florindo, 18 anos, Rio Claro (SP).
Na minha família, todo mundo toca algum instrumento musical. Eu sou apenas o batedor de palmas oficial... De 2011 não passa: vou aprender a tocar violão!
Vítor de Azevedo Silva, 25 anos, Natal (RN).
Leva-se em média 9 anos para dominar o violoncelo. Estou apenas no começo. É difícil conciliar as aulas com o trabalho e o estudo. Mas não vou desistir!
Lucio Vicente Silva, 31 anos, São Paulo.
Quero aprender a preparar drinks de todos os tipos. Além de surpreender meus amigos e minha namorada, outras portas podem se abrir... Quem sabe eu não vou trabalhar em um cruzeiro?
Olavo Amorim, 30 anos, Curitiba (PR).
Em 2011, finalmente vou aprender a andar de bicicleta!
Giovanna Verrone, 19 anos, São Paulo.
Quero aprender a aumentar a minha fé.
Eliana de Lima Rocco e Costa, 59 anos, São Paulo.
Ainda quero aprender a viver mais o presente. Quem tem me ajudado são minha filha de 3 anos e minha cachorrinha, de 6. Com elas por perto, esqueço as preocupações.
Fúlvia Zepilho de Andrade, 30 anos, Campinas (SP).
Escrito às 14h39 do dia 16 de fevereiro de 2011
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Na seção Amar da Sorria 17, coletamos diversos depoimentos de pessoas que têm algo a agradecer a alguém. Como sempre costuma acontecer, acabaram chegando em nossa redação mais relatos do que cabe nas páginas da revista. Então, como prometido na edição impressa, segue aqui mais uma lista cheia de gratidão. Confira!
Inesquecível é o esforço de meus pais em apostar na minha educação. Enquanto o povo torcia orgulhoso pela seleção que conquistava o tricampeonato no México, eu, aos 4 anos, tentava juntar as letrinhas de um informativo de nome Telhadinho, que meu pai levava pra casa após a atenta leitura de todos os operários da fábrica. Percebendo meu interesse, ele providenciou um quadro negro para que, junto a meus irmãos, eu recriasse o ambiente escolar naquele quintal estreito, onde mal o sol batia. Ali, dei minhas primeiras aulas – antecipando aquele que seria meu ofício anos mais tarde.
Osni Dias, 45 anos, Atibaia (SP).
Ainda criança decidi ser estilista. Sempre adorei rabiscar modelitos – principalmente com meu avô, o melhor desenhista que conheço – e criar roupas para minhas bonecas. Aos 13 anos, ganhei dos meus avós um presente inesquecível: minha primeira máquina de costura. Foi com ela que fiz todos os trabalhos da faculdade de moda. O que me machuca é que minha avó não pôde me ver formada. De herança, ela me deixou a máquina dela, daquelas bem antigas, lindíssima. Está guardada para o dia em que eu tiver o meu ateliê. Lá manterei, para sempre, com todo carinho, esses dois presentes cheios de significado.
Natalie Pujol, 22 anos, São Paulo.
Em 2009 fiz um mochilão com dois amigos pela Europa. Em Viena, na Áustria, deparamos com uma dificuldade: a máquina para comprar o bilhete do metrô. Ficamos alguns minutos olhando para a tela do computador, tentando descobrir qual das milhares de opções seria a melhor. Foi então que um rapaz, apressado, parou e disse algo em alemão para a gente. Não entendemos nada. Tentamos nos comunicar em inglês, mas aí era ele que não compreendia. Após algumas mímicas frustradas, ele pegou o dinheiro das nossas mãos. Ficamos com medo de ser roubados, mas ele só queria ajudar mesmo: colocou a nota na máquina, selecionou as opções e comprou os bilhetes. Depois disso, simplesmente foi embora.
Amanda Balbi, 23 anos, Rockville (EUA).
Eu tinha verdadeira paixão pela minha boneca Barbie. Porém, um dia, a perdi. Fiquei super chateada. Como eu era muito pequena, tenho poucas lembranças dessa época, mas uma imagem ficou gravada na minha memória para sempre. Era de tarde e eu estava tristinha, sentada à janela do apartamento. De repente, um enorme caminhão com o símbolo de uma loja de brinquedos parou em frente ao prédio: meus pais tinham encomendado duas bonecas Barbie para me dar de presente. Uma delas é, hoje, o único brinquedo da minha infância que ainda tenho comigo.
Bárbara Menezes, 26 anos, São Paulo.
Nunca fui boa com cálculos e raciocínios matemáticos. Até que apareceu uma professora que mudou meu modo de aprender. Ela lecionava havia mais de trinta anos, já era aposentada, mas ainda muito apaixonada pela profissão. A aula era dureza, mas minhas notas subiram, e, com o tempo, me tornei uma aluna mais aplicada. Atualmente, estou cursando faculdade de História e sinto que muito devo a esta professora que, além de me ajudar a superar uma dificuldade, ainda me estimulou a ir além, a buscar aquilo que me inspira e a formar minha opinião.
Léa Blezer Araújo, 19 anos, Limeira (SP).
Um dia, andando de moto na estrada, fui surpreendido por um motorista que trocou de faixa de forma imprudente. Bati na traseira do carro e caí. Aí vários motoqueiros pararam para fechar o trânsito, evitando que eu fosse atropelado. Mantiveram a pista interrompida até o resgate chegar.
Bruno Alves Martins, 21 anos, São Bernardo do Campo (SP).
Eu estava passeando com minha cachorrinha em uma rua agitada. Ela se assustou com o barulho e escapou da coleira, correndo para o meio da pista. Por causa do grande movimento, eu não conseguia alcançá-la. Então um caminhoneiro percebeu meu desespero e fechou a rua com a carreta. Graças a isso, pude apanhá-la antes que fosse atropelada.
Giulia Gazeta, 19 anos, São Caetano do Sul (SP).
Quando era criança, meus pais se separaram. Minha mãe, sozinha, precisou de apoio para me criar e recomeçar a vida. Foi quando meu tio nos acolheu. Moramos com ele e seus filhos durante anos, até nos estabilizarmos. Mais tarde, aos 17 anos, eu estava sem saber o que fazer da vida, em condições financeiras precárias e sem perspectivas. Mais uma vez, meu tio apareceu, oferecendo-me emprego na empresa que estava abrindo. Ele me ensinou generosidade na prática, mostrou-me o bom e o ruim da vida e, acima de tudo, deu-me um modelo de homem a ser seguido.
Emanuel Lira, 25 anos, Patos (PB).
Em maio de 2007, adoeci gravemente. Tive dores tão fortes que mal conseguia me mexer. Após dois infartos, uma parada cardíaca e 16 dias de UTI, tive o diagnóstico: lúpus. Foi difícil. Às vezes, quase insuportável. Mas ao meu lado estavam pessoas que me amam profundamente e que me deram forças para que eu conseguisse lutar. Sem elas, não sei se os médicos teriam sido competentes o suficiente para me tirar daquela situação. Em meio às crises de choro, eu encontrei na família, nos amigos, e até mesmo na equipe do hospital o amor e o carinho de que eu precisava para sair de lá curada.
Samantha Ovídio, 22 anos, Natal (RN).
Aos 9 anos, tive uma queimadura grave no abdômen que nenhum remédio conseguia resolver. Meu tio, que trabalhava no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, ficou sabendo de uma pomada que poderia dar conta, mas ela não era vendida no Brasil. Então ele pediu ajuda a um piloto, que aproveitou uma viagem à Alemanha para fazer a compra. Sem nem me conhecer, ele salvou minha vida.
Henrique Pereira, 28 anos, São Bernardo do Campo (SP).
Conheci o Guto quando cursávamos jornalismo. Começamos a namorar no segundo ano, quando eu já pensava em desistir da profissão. Como eu trabalhava na faculdade em troca de bolsa, parar tudo, naquele momento, estava fora de cogitação. O Guto sempre esteve ao meu lado até nos formamos, em 2002. No final de 2006, cheguei ao meu limite. Já casados, conversamos muito sobre essa minha questão. E ele foi incrível: me deu apoio emocional e financeiro durante os três anos e meio do curso de pedagogia. Hoje estou plenamente realizada. No dia da formatura, dediquei meu diploma a ele e sempre o agradeço por tudo o que fez por mim.
Liliana Francischini, 29 anos, São Paulo.
Meu pai é escritor e me ensinou a ter verdadeira paixão pelos livros. A primeira vez em que eu andei, foi engraçado: ele me conta que fui direto à estante. Passei grande parte da minha infância na biblioteca dele, que tem mais de cinco mil títulos. Eu chegava da escola, depois do almoço, e ficava lá até a hora do jantar. A influência foi tão forte que eu não quis seguir outro caminho. Me formei em Letras e trabalho com meu pai em uma coleção de literatura que já está no quinto volume.
Renata Tufano, 37 anos, São Paulo.
No início do meu curso de medicina eu gastava muito dinheiro com livros e cópias de textos. Em um dos momentos mais difíceis, surgiu outra necessidade: a de ter uma maleta médica. Fiquei bastante apreensiva, pois era cara demais. Minha avó soube da minha preocupação e, com a ajuda da minha mãe, me deu a bolsa de presente. Um ano depois, precisei de um jaleco – farda obrigatória para o atendimento no hospital universitário. Minha avó não só me deu o dinheiro para comprá-lo como ainda fez questão de passar todas as dicas sobre os melhores modelos e tecidos, relembrando seus tempos de costureira.
Márcia de Freitas Dias, 28 anos, Natal (RN).
Decidido a fazer faculdade na Universidade de São Paulo (USP), me mudei de Belém para Ribeirão Preto (SP). Muito jovem, eu me sentia perdido longe da família. Andando pela rua, perguntei a uma senhora se ela tinha alguma dica de lugar para ficar. Ela disse que eu podia ir para a casa dela, pois um de seus filhos havia se mudado e havia um quarto disponível, de graça. Fiquei lá por um mês e, com a ajuda dela, arrumei um apartamento para alugar. Ela não só foi minha fiadora como me ajudou a mobiliar meu novo lar. Durante o curso, ela ainda me ajudou a fazer feira e sempre me oferecia apoio emocional. Graças a sua ajuda e carinho, não só me formei em biomedicina, como também fiz pós. Ela foi e é minha segunda mãe.
Moacir Bentes Neto, 28 anos, Belém (PA).
Escrito às 11h02 do dia 16 de dezembro de 2010
A seção Comer da edição 17 da Sorria – que está à venda nas lojas da Droga Raia –, traz duas receitas super refrescantes de saladas de frutas. Conforme prometido na revista, agora você confere uma terceira sugestão!
Salada Tropical
Ingredientes
• 1 abacaxi
• 1 manga
• 1 mamão papaia
• 2 carambolas
• 2 goiabas vermelhas
• 8 colheres (sopa) de mel
• Polpa de 3 maracujás
• 1 colher (chá) de gengibre ralado
• 1/2 xícara de folhas de hortelã picadas
• Raspas de 1 limão
• 250 ml de água
Modo de preparo
Corte as frutas em pequenas tiras - exceto as carambolas, que podem ser fatiadas em estrelas. Em uma frigideira antiaderente, aqueça o mel em fogo alto por 2 minutos. Acrescente o abacaxi, a manga, o mamão, a polpa de maracujá, o gengibre, a hortelã e as raspas de limão. Cozinhe por cerca de 8 minutos, até as frutas ficarem bem caramelizadas. Junte a água e um pouco mais de mel, se achar necessário. Desligue o fogo, acrescente as goiabas e as carambolas e misture com cuidado. Deixe na geladeira por 1 hora. Você pode servir com coco queimado ralado.
Receitas da Glaucia
Quer mais uma sugestão? Então confira esta receita criada pela chef Glaucia Simon, que nos ensinou alguns truques publicados na revista.
Ingredientes
• Melão amarelo
• Melão orange
• Banana
• Abacaxi
• Maçã fuiji ou gala
• Manga
• Mexerica
• Figos frescos
• Limão siciliano
• Hortelã fresca
Modo de preparo
Descasque os melões, a maçã, a mexerica e o limão siciliano. Não esqueça de retirar os caroços. Com o limão siciliano, faça um copo grande de limonada e adoce com um pouco de açúcar. Se preferir, você pode utilizar o limão cravo ao invés do siciliano. Corte o restante das frutas em pedaços regulares. Adicione as frutas cortadas à limonada, mexendo-as com cuidado para não machucá-las. Acrescente as folhas de hortelã e, na hora de servir, coloque raspas da casca do limão siciliano por cima, para decorar.
Dica: Deixe as frutas esfriarem na geladeira por pelo menos 2 horas antes de utilizá-las.
Toques da Alessandra
Para elaborar a reportagem, também contamos com a ajuda da chef Alessandra Vargas. Veja algumas dicas que ela nos passou:
• "Sucos de laranja ou tangerina serão sempre a base ideal para uma boa salada".
• "Para apurar o paladar de cada fruta, o ideal é colocar de três a cinco tipos diferentes, equilibrando acidez e doçura. Minha sugestão de casamento perfeito é misturar morango, kiwi, mamão, manga e banana, sem esquecer do suco de laranja como base, para quebrar o doce".
• "Se sobrarem frutas, você pode fazer ótimos sucos. A primeira dica é misturar o morango com água ou com leite – se quiser ousar um pouco, coloque uma banana para incrementar. Você pode também experimentar juntar o morango com laranja ou tangerina – nesse caso, sem água. Mamão com a laranja também casam super bem, valendo até acrescentar alguns morangos à receita".
Escrito às 16h15 do dia 09 de dezembro de 2010
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Na edição 17 da Sorria, a seção Brincar teve como tema "pedido de desculpas". Publicamos dicas de filme, livro, videoclipe e site que abordam o assunto, mesmo que indiretamente. Sincero, irônico, formal – ao estilo registrado em cartório –, sutil, escancarado... qual tipo de pedido de desculpas você prefere? Inspire-se com novas sugestões.

A vida durante a guerra, filme de Todd Solondz (2009, EUA)
Timmy pergunta ao namorado da mãe: "Você seria capaz de perdoar alguém que te bateu na cara? Um terrorista? Hitler?" A dúvida acompanha o garoto, prestes a adentrar no que chama de vida adulta. Filho de um homem condenado por pedofilia, que foi solto e busca a remissão, Timmy é mais um dos vários e conflituosos personagens de Solondz, que questionam se é possível perdoar e esquecer.

A felicidade não se compra, filme de Frank Capra (1946, EUA)
George Bailey é um homem generoso, que sempre ajudou todos. Em uma noite de Natal, prestes a falir, ele perde as esperanças e pretende se suicidar saltando de uma ponte. Clarence, um anjo que espera há anos para ganhar asas, ouve orações de amigos, e tenta convencê-lo do contrário. Em flashbacks, George enxerga como seria a vida das pessoas de quem gosta se não tivesse nascido.

Fazes-me falta, livro de Inês Pedrosa
Em uma narrativa que beira a poesia – e desafia a língua em vários momentos, escrita em português de Portugal – uma mulher morta precocemente e um homem (amante? Amigo?) recordam suas vidas e seu relacionamento. No diálogo, a possibilidade do perdão encontra a beleza quando falam sobre amor (coisa séria demais para ficar na mão de amantes, segundo a autora), brevidade, relacionamentos, vida e morte.
Always on my mind, música gravada por Elvis Presley
Gravada pelo rei do rock em 1972, é daquelas músicas românticas, ressentidas, que reforçam o sentimento de arrependimento, como no trecho “pequenas coisas que eu deveria ter dito e feito, simplesmente nunca me dei o trabalho”. A canção foi regravada pelo duo britânico Pet Shop Boys em 1987, ganhando as pistas de dança. Uma bela letra de amor até para quem acha que Elvis morreu.
Para conferir mais dicas com o mesmo tema, clique aqui.
Escrito às 15h42 do dia 09 de dezembro de 2010
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A seção Proteger da Sorria 16 conta histórias de pessoas que encontraram em grupos de ajuda o apoio de que precisavam para enfrentar graves problemas de saúde. O casal Sandra e Marçal, por exemplo, conta como tem vencido o drama do alcoolismo, graças ao auxílio dos grupos Alcoólicos Anônimos e Al-Anon. O sucesso desses tratamentos coletivos levou ao surgimento de grupos de ajuda voltados aos mais variados problemas. Confira abaixo uma lista de associações que prestam serviços desse tipo.
Casulo – Associação Brasileira de Apoio ao Luto
Grupo de apoio para pessoas que perderam entes queridos. Foi fundado em 2001 pela pedagoga Alice Lanalice, cuja filha foi vítima de um acidente de automóvel. Por meio de reuniões, fornece espaço para ouvir e contar as histórias de perda, abrangendo temas como saudade, dor e adaptação. Está presente nas cidades de São Paulo, Itatiba (SP) e Campinas (SP). Para participar, é necessário agendar uma visita com a coordenadora Ana Cristina: (11) 9146-6014.
Rua Mateus Grou, 57, Pinheiros, São Paulo.
www.grupocasulo.org
Abrata – Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos
Fornece apoio psicossocial aos portadores de depressão e bipolaridade, bem como familiares e amigos, promovendo palestras, cursos e reuniões. A missão da associação, localizada em São Paulo, é mostrar caminhos para a boa convivência e a melhor forma de ajudar os portadores.
Rua Borges Lagoa, 74, conjunto 2, Vila Clementino, São Paulo.
(11) 3256-4698 e 3256-4831.
http://abrata.org.br
Bendizer – pelo bem-estar do paciente com câncer
Fundada por pacientes de câncer, a ONG organiza reuniões abertas para a troca de experiências entre pacientes e pessoas que cuidam de vítimas da doença. Está localizada em São Paulo.
Rua Luis Góis, 1497, Vila Clementino, São Paulo.
(11) 2628-4290
www.bendizer.org
AA – Alcoólicos Anônimos
Para se tornar membro dos Alcoólicos Anônimos, é necessário apenas que a pessoa deseje parar de beber ou queira ajudar alguém com o problema do alcoolismo. O grupo fornece apoio para alcançar a sobriedade, compartilhando experiências. Para saber qual a sede mais próxima da sua casa, ligue no plantão 24h: (11) 3315-9333.
Sede nacional: Av. Senador Queiroz, 101, 2º andar, Luz, São Paulo.
www.alcoolicosanonimos.org.br.
NA – Narcóticos Anônimos
Derivado do Alcoólicos Anônimos, oferece apoio e orientação no controle da dependência química. Com presença em mais de 140 países, tem reuniões semanais para ajudar os membros a seguir os passos do controle dos vícios. No site, você tem acesso aos telefones do NA em todo o Brasil:
www.na.org.br
DA - Devedores Anônimos
Grupo de ajuda para pessoas com problemas financeiros crônicos – quando as compras em excesso e o acúmulo de dívidas geram prejuízos à família e à própria vida. Está presente nos estados de São Paulo, Ceará e Paraná. Confira no site os endereços e telefones:
http://www.devedoresanonimos-sp.com.br
Escrito às 18h14 do dia 20 de outubro de 2010
A seção Brincar da Sorria 16 - que desde o começo de outubro está à venda nas lojas da Droga Raia - traz dicas culturais que nos levam a refletir e nos ajudam a aceitar aquilo que não podemos mudar em nossas vidas. Quer conferir mais algumas indicações? Veja abaixo!

Desventuras em Série, coleção de livros de Lemony Snicket e filme de Brad Silberling (EUA/Alemanha, 2004).
Os irmãos Baudelaire – Violet, Klaus e Sunny – tinham uma vida feliz até perderem seus pais em um incêndio. O trágico acidente é apenas o início das desventuras dessa família. Roupas que pinicam o corpo e mingau frio no café da manhã são alguns dos perrengues que terão de enfrentar. Mas o pior de tudo é ter de morar com o Conde Olaf, um tio distante que deseja tomar a fortuna das crianças para si. Eles têm de encontrar soluções para essa convivência até que Violet, a irmã mais velha, complete 18 anos e possa cuidar do legado e dos irmãos. Algumas das 13 histórias da família Baudelaire foram adaptadas para o filme homônimo.

A Metamorfose, livro de Franz Kafka.
"Quando Gregor Samsa despertou, certa manhã, de um sonho agitado, viu que se transformara, durante o sono, numa espécie monstruosa de inseto". Assim começa este clássico da literatura mundial, publicado pela primeira vez na década de 1910. A obra narra o desespero e a acomodação do personagem à nova condição, nos fazendo refletir sobre como muitas vezes somos impotentes contra os absurdos do mundo.

Museus.
Se existe algo que não dá para mudar é o passado. Para preservá-lo a fim de que novas gerações possam visitá-lo, existem os museus. De acordo com o dicionário, eles são "instituições dedicada a buscar, conservar, estudar e expor objetos de interesse duradouro ou de valor artístico, histórico". Quadros, esculturas, carros, objetos do dia a dia – não importa o item. O que vale é manter as peças históricas preservadas, de maneira que não sofram qualquer mudança. Visitar museus é algo que costumamos fazer em viagens. Mas os da nossa cidade, nem sempre conhecemos. Taí uma boa sugestão para curtir essa dica! (Na foto, o Museu do Ipiranga, em São Paulo).
Preparamos também uma lista de canções que falam sobre o tema. Confira:
Até o Fim, de Chico Buarque: “Quando nasci veio um anjo safado, o chato do querubim. E decretou que eu estava predestinado a ser errado assim. Já de saída a minha estrada entortou, mas vou até o fim...”
Aquarela, de Toquinho: “Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá. O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar. Vamos todos numa linda passarela de uma aquarela que um dia enfim descolorirá...”
Como Uma Onda, de Lulu Santos: “Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia. Tudo passa, tudo sempre passará. [...] Não adianta fugir, nem mentir pra si mesmo agora. Há tanta vida lá fora. Aqui dentro sempre como uma onda no mar...”
É tão lindo, do Balão Mágico: “Se tem bigodes de foca, nariz de tamanduá. Também um bico de pato e um jeitão de sabiá. Mas se é amigo, não precisa mudar. É tão lindo, deixa assim como está...”
Epitáfio, dos Titãs: “Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer. Devia ter arriscado mais e até errado mais, ter feito o que eu queria fazer... Queria ter aceitado as pessoas como elas são. Cada um sabe alegria e a dor que traz no coração...”
Espelho Da Vida, de Dona Ivone Lara: “Meus desenganos, coisas da vida, passam-se os anos, aprendo a errar. Quero a beleza, coitada, esquecida por quem não sabe perder nem mesmo ganhar. Já suportei dissabores demais. Tive prazer, mesmo sem paz. Aprendi que tem que ser mesmo assim, todo princípio terá um fim.”
Óculos, d'Os Paralamas do Sucesso: “Se eu te disser, periga você não acreditar em mim. Eu não nasci de óculos, eu não era assim. (...) Por que você não olha pra mim?
Por trás dessa lente tem um cara legal.”
Escrito às 18h04 do dia 18 de outubro de 2010
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