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A seção Amar da Sorria 22 está repleta de lindas histórias de amor. São relatos de declarações para namorados, amigos, filhos e o que mais o amor conquistar! Confira abaixo mais um punhado delas e emocione-se.
Quando meus filhos eram crianças, eu sempre dizia que os amava. Mas a primeira vez que eu ouvi do Daniel, o mais velho, de 28 anos, "Mãe, eu te amo", tive uma das maiores emoções da minha vida. Pode parecer casual, mas ouvir dos filhos essa frase é a maior declaração de amor que se pode receber. Serve como remédio que alivia a dor, música que enche o coração de paz e alegria, e dá a certeza que esse amor transforma a minha vida.
Tania Regina Hoffmann, 50 anos, Rio do Sul (SC)
Estava navegando na internet quando vi um twitter do meu namorado, o Alexadre: ‘Bruna, você quer casar comigo? #BrunaDigaSim’. Quando percebi, a campanha já estava nos Trending Topics do site. Pensei comigo: ‘só mesmo um nerd para levar a amada para os Trending Topics antes de levar ao altar’. Aceitei, mas pessoalmente. Só depois anunciei pelo Twitter que tinha dito sim. A experiência foi tão bacana que criamos um blog para mostrar todos os passos do nosso noivado e do casamento e um site para ajudar noivos com listas de presentes.
Bruna Bittencourt, 28 anos, São Paulo (SP)
Conheci meu marido há mais de 12 anos, depois de me formar na faculdade. No começo de 2009, decidi arriscar e fazer uma receita de cheesecake que ele adora. Para minha surpresa, ele gostou! Aí testei novas receitas, fiz um projeto com uma ONG e, no fim do mesmo ano, cheguei até a minha receita final e atual. Foi quando surgiu a Xcakes, uma empresa especializada em vender o doce. Foi um gesto de carinho que abriu as portas para a minha nova empresa.”
Luana Azeredo, 34 anos, São Paulo (SP)
Certo dia, li que ‘feliz é o homem que chega em casa com as mãos abanando, e recebe um abraço da mesma maneira’. Meu pai tinha o hábito de sempre nos trazer guloseimas no final do dia, mas nunca fiz isso. Uma noite, quando vi minha caçula correndo para me receber com um abraço percebi que estava de mãos vazias e lembrei-me do que havia lido. Quando estávamos no sofá, comentei com ela o que senti. Do alto dos seus seis anos, ela respondeu como gente grande: ‘Papai, você pode chegar a qualquer hora com as mãos vazias. Pra nós o mais importante é você’.”
Charlles Nunes, 34 anos, Angra dos Reis (RJ)
Tinha acabado de chegar em casa do trabalho, quando uma sirene tocou. Achei que era uma polícia passando, mas aí disseram o meu nome no megafone. Eu saí para ver quem era e tinha um carro de som, todo enfeitado, na frente da minha porta. Leram uma carta de amor no microfone. No começo eu fiquei com vergonha, porque todos da rua saíram para ver. Mas depois eu entrei no clima e fiquei muito emocionada. Quando o locutor terminou de ler a carta, meu namorado saiu do carro com um buquê de flores. Com certeza, essa foi a maior e melhor declaração de amor que eu recebi.
Bianca Araújo Silva, 27 anos. São Paulo (SP)
Era o primeiro aniversário dele que nós iríamos comemorar juntos. Eu estava com viagem marcada para ficar por um ano na Alemanha. Então decidi dar um presente especial e fiz uma caixa com várias coisinhas que lembrassem a gente. Assim, mesmo longe, eu estaria sempre por perto. Juntei foto, fiz um desenho, deixei o restinho do meu perfume - para que ele também sentisse o meu cheiro - e gravei uma fita, dizendo tudo o que eu sentia por ele e tudo o que ele significava pra mim. Assim ele também teria a minha voz por perto quando a saudade apertasse!
Catharina Guedes, 20 anos, São Paulo (SP)
Antes de começarmos a namorar, meu namorado aproveitou o momento de festas juninas na escola para tentar me conquistar com o correio elegante. A ideia inicial era que eu recebesse diversas cartinhas durante o dia todo - cheias de frases, desenhos, músicas e declarações. Mas o medo dele de que a menina responsável pela brincadeira perdesse as cartinhas foi maior, e eu acabei recebendo ao final do dia uma única carta, bem rechonchuda e contendo várias mensagens. Quando recebi a correspondência fiquei muito surpresa, tanto pelo correio inesperado, quanto pela quantidade de papeizinhos. Passei vários minutos abrindo cada uma e lendo com carinho.
Tissiane Vicentin, 22 anos, São Paulo (SP)
Embora a doença já existisse na família, jamais pensei que meu filho Pedro Henrique pudesse ter neuropatia óptica hereditária de Leber. Há dez anos, saí louca pelo mundo para encontrar uma solução para doença que o deixaria cego. Mandei mais ou menos 250 e-mails, tive muitas respostas negativas e uma positiva, dos Estados Unidos. Os médicos vieram estudar seu caso, que virou uma das maiores pesquisas sobre doença. Eu e ele tivemos que reaprender a viver. O que eu pude fazer na época foi todo esse esforço. Quando a doença surge, você quer que ela venha para você e não passe para o seu filho. Hoje ele percebe todo esse meu amor. É um amor que não tem comparação.
Maria Odete Moschen, 63 anos, Vitória (ES)
Eu havia lido uma entrevista em que a Cat Power dizia que conhecia pouco a música brasileira. Quando soube disso resolvi dar de presente a ela cinco cds de artistas nacionais (Caetano, Cazuza, Chico Buarque, Elis Regina e Maria Bethânia) durante o show da Virada Cultural, em Jundiaí, no ano passado. Parecia impossível entregar o meu presente para a “melhor voz do mundo” em meio à multidão que se formou em frente ao palco quando a apresentação chegou ao fim. Mas ela me viu, pegou o meu presente, ouviu as minhas declarações, disse “Oh! Thank you” 4 vezes e colocou uma flor na minha mão!
Fernanda Fadel, 24 anos, Jundiaí (SP)
Aos 54 anos recebi a maior declaração de amor da minha vida. Depois de aposentada, procurei ocupar meu tempo em uma faculdade para a terceira idade e foi lá que conheci o Julio. Pegava carona com ele e, aos poucos fomos percebendo afinidades e começamos a namorar. Alguns meses depois, ele achou que os colegas deveriam saber do nosso namoro e, sem que eu soubesse, pediu licença à professora no fim da aula, foi lá na frente e pediu a atenção de todos. Ele havia chamado, também, a coordenadora da Faculdade e secretárias. Então pediu para que eu ficasse em pé e disse: "Berenice, descobri que te amo demais, descobri em você minha paz, verdade, verdade... (lembra da música do Zeca Pagodinho?). Berenice estou apaixonado por você!". A classe toda bateu palmas e eu, vermelha, tive que ir lá na frente para receber o abraço e o beijo dele. Hoje estamos casados e essa declaração me marcou muito.
Berenice Rabello, 61 anos, São José dos Campos (SP)
O ano era 2005 e eu namorava pela segunda vez o Marcelo. Ele me convidou para jantar e disse que ia a um lugar especial. No caminho, ele se perdeu mas, finalmente, chegamos ao Terraço Itália, um restaurante em um dos prédios mais altos de São Paulo. Pedimos um champanhe, ele esperou tocar uma música romântica e me pediu em casamento. Os dois começaram a chorar de emoção, tanto que eu e ele não comemos nada, só bebemos o champanhe... estávamos preenchidos de muito amor. Casamos 1 ano e meio depois e agora temos o melhor presente do mundo, o nosso filho, Gabriel, de 1 ano e 7 meses.
Julia Maria Pires Riberi, 30 anos, Santana de Parnaíba (SP)
Minha madrinha e eu éramos muito unidas. Ela, ao saber que seria internada, veio se despedir de mim. Disse-me que eu era a pessoa mais especial para ela e o quanto me amava. Felizmente, pude retribuir sua declaração, mas de um jeito diferente: estando ao seu lado e a tratando com todo o amor e carinho que ela merecia em seus últimos dias de vida. Hoje, quando me lembro dela, me lembro das suas palavras e sei que foram elas que me motivaram a seguir em frente sem a pessoa que tanto amei.
Amanda Gonçalves, 18 anos, São Vicente (SP)
Escrito às 18h09 do dia 03 de outubro de 2011

















































