Droga Raia

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BLOG DA REDAÇÃO

Da redação // Foto: Ilana Bar



Muita animação e histórias para contar. Esses foram os elementos principais que fizeram o Circuito Ayrton Senna de Juventude 2011, evento que reuniu jovens das 122 cidades que participam do Projeto SuperAção Jovem, no hotel fazenda Colina Verde, em São Pedro (SP). O Circuito Ayrton Senna promove esse encontro entre jovens alunos e gestores, para encerrar o ano de atividades. O evento tem como principal meta promover a troca de ideias entre os participantes do SuperAção sobre o que desenvolveram em suas escolas. Juntos, descobrem novas abordagens, pontos positivos, negativos e vitórias alcançadas. E tudo isso com muita diversão. A tarde foi dedicada a apresentações e agradecimentos aos parceiros que tornam possível o programa que, esse ano, atendeu a quase 124 mil alunos.

Aproximadamente 250 jovens - alunos de 7a. e 8a. séries dos Projetos Escola de Tempo Integral e Sala de Leitura da SEE/ SP, e das redes municipais de São Roque, Bebedouro e Itatiba - levaram toda a energia para as oficinas realizadas durante dois dias de evento. Também aprenderam um pouco mais sobre o que é ser um protagonista jovem. A Sorria e a Droga Raia estiveram lá, orgulhosos de ver o produto de seu trabalho transformado em alunos e professores que fazem uma educação pública brasileira bem melhor!

Para conferir mais sobre o Circuito, acesse o orkut do evento clicando aqui.


Escrito às 16h06 do dia 16 de dezembro de 2011

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Texto: Tissiane Vicentin // Imagem: Divulgação

Aos 4 anos de idade, Thays Martinez perdeu a visão. Teve uma rara complicação com o vírus causador da caxumba e precisou se adaptar ao mundo. Cresceu sonhando com  um companheiro que pudesse levá-la aos mais diversos lugares. Mas esse pedido foi negado diversas vezes. Até que no ano de 2000, aos 26 anos de idade, finalmente a sorte bateu na sua porta. Thays poderia ter seu tão sonhado parceiro: um cão-guia.

Essa é a história que conta o livro "Minha vida com Boris" (Editora Globo), publicado em agosto. Thays, que mora em São Paulo, descreve com beleza a amizade com seu primeiro cão-guia e a luta que teve que enfrentar, durante seis anos, para permitir que cães-guia pudessem ser aceitos em qualquer lugar.

 

 


Thays Martinez ao lado do seu primeiro cão-guia, Boris


Confira a seguir a entrevista realizada para a Revista Sorria. E descubra um pouco mais sobre essa linda história de vida:

Cães-guia não eram muito conhecidos no Brasil,  na época em que você trouxe o Boris. Por conta disso, você sabia que ia enfrentar dificuldades por aqui?
Thays - Em 2000 eu e mais duas amigas começamos uma busca por escolas de cão-guia de todo o mundo que aceitassem estrangeiros. Recebi uma resposta da Leader Dogs, nos Estados Unidos. Eles haviam acabado de fechar uma parceria com o instrutor brasileiro Moisés Vieira e, depois de diversos testes, fui uma das 4 brasileiras selecionadas. Naquela época não havia escolas de cães-guia no Brasil. Antes de buscar o Boris na Leader Dogs, eu sabia o que enfrentaria por aqui. As pessoas não iriam se acostumar com um cão entrando no metrô, por exemplo, de um dia para o outro. Mas não achei que seria um grande problema.
 

Quando entrou no metrô pela primeira vez, você foi barrada. Depois de contar que seu cão não era um simples labrador, e sim um cão-guia, deixaram-na passar. Mas só até a plataforma, quando foi barrada novamente. Essa cena se repetiu várias vezes. Qual foi a sensação?
Thays - Passei por vários estágios: a primeira vez que eu fui barrada ao entrar com o Boris no metrô, achei normal. Afinal, era uma novidade cães-guia por aqui. Depois do quarto funcionário e do departamento jurídico me pararem, percebi que havia algo errado. A constituição federal garante por lei o direito de ir e vir de cada cidadão. Fiquei indignada! A forma como foi conduzido todo o processo se deu de uma maneira muito desrespeitosa, mas no final valeu a pena a luta!
 

Depois toda essa repercussão e muita luta, foi criada e aprovada uma lei para que cães-guia pudessem ter acesso a todo e qualquer lugar público e privado de uso coletivo. Você, ainda hoje, é barrada em algum lugar?
Thays - Hoje é bem raro, mas acontece de ser barrada ainda em alguns restaurantes, mas sempre acaba se resolvendo rápido. A lei facilitou muito essa parte e acredito que, em breve, não haverá mais resistências. A imprensa também teve papel fundamental para que obtivéssemos esse sucesso.
 

Na sua opinião, todos os deficientes visuais deveriam ter um cão-guia?
Thays - Todos deveriam ter a possibilidade de ter um cão-guia. Só porque foi bom pra mim, não quer dizer que sirva para outras pessoas.
 

Se eu quiser ter um cão-guia, como faço?
Thays - O interessado pode se inscreve pelo site do Instituto de Responsabilidade Social (IRIS). Depois de rigorosamente analisada a ficha, ele recebe um primeiro contato para serem realizadas entrevistas. Elas servem para saber se a pessoa está apta para ter um cão e se o cão tem o perfil de que o usuário necessita. Assim formamos os times (usuário e cão-guia).
 

Nos primeiros anos de vida, um cão-guia precisa ser socializado, antes de se tornar um guia para deficientes visuais. Quem faz isso é uma primeira família ou pessoa. Quais os requisitos para ocupar esse cargo?
Thays - A primeira família, ou pessoa, fica responsável por levar o filhote a todos os lugares possíveis, para que ele possa se adaptar ao movimento da cidade. A pessoa tem que, principalmente, ter disponibilidade de tempo e estar preparada para enfrentar certas barreiras. Entrar em lugares fechados - como restaurantes, shoppings, etc. - com um filhote ainda é um desafio, as pessoas ainda não entendem. Nesse caso, a lei não basta.
 

Porque você decidiu escrever o livro?
Thays - Sempre tive vontade de escrever um livro por dois motivos. Primeiro porque eu queria que fosse um meio de conversar com a sociedade. Segundo, porque foi a forma que encontrei para homenagear meu amigo. 

O que o Boris te ensinou?
Thays - Além de toda a história de superação, de mudar aquilo que se critica, o Boris me mostrou o verdadeiro sentido da palavra amizade, de ser parceiro, de trabalhar em equipe. De levar a vida com mais leveza. Me ensinou a ir além.
 

Você espera que seu livro possa inspirar outras pessoas?
Thays - Gosto de acreditar que ele possa mostrar não só essa questão da deficiência, mas também a cidadania. Quando algo desse tipo dá certo, renovam-se as esperanças de que a gente pode fazer algo para transformar. Isso é cidadania, esse papel ativo de cada um adotar uma questão para si e lutar por ela. Espero que meu livro possa ser inspiração para muitas pessoas, para que elas não desistam daquilo que acreditam ser justo. Independente da história deles ser parecida ou não com a minha, se ela usar meu exemplo para ganhar forças e seguir lutando com a sua causa, já fico muito feliz.

 


Thays Martinez nasceu em janeiro de 1974. Formada em direito pela Universidade de São Paulo, com especialização em direito penal e interesses transindividuais, foi conselheira do Conselho Nacional de Assistência Social e mebro da comissÃo de Direito das Pessoas com Deficiência da OAB. Fundadora do Iris (Instituto de Responsabilidade Social), é palestrante na área de direito e autora do blog www.eueeles.com.br

Boris nasceu em Rochester, em Michigan, Estados Unidos. Labrador amarelo, passou boa parte de sua infância em uma escola infantil para humanos. O que viria justificar sua paixão por crianças, bem como certas excentricidades, como gostar de dormir coberto e com travesseiro. Estudou em escolas de primeira linha, como a tradicional Leader Dogs for the Blind (Cães-guia para o cego, em tradução livre), o que acabou lhe propiciando o convite para trabalhar no Brasil. Tinha por hobby tirar tampas de garrafas e gostava de correr e beber água de coco. Sua única superstição era, a cada refeição, deixar um único grão de ração em sua vasilha.

As biografias acima foram retiradas do livro "Minha Vida com Boris" (Editora Globo, 2011).


Escrito às 15h29 do dia 04 de novembro de 2011

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Texto: Tissiane Vicentin // Imagem: Divulgação

Gosta de cinema? E de bicicleta? Então você precisa conhecer o projeto "Cinema de Bicicleta". Idealizado pela associação de cicloativistas Aro60 em parceria com a Casa do Zezinho e com o Cine Tela Brasil, o Cinema de Bicicleta estará reunindo pessoas de todas as idades e regiões para apresentar o filme "O Caminho das Nuvens", amanhã, 22 de setembro, das 19h às 22h, no Campo do Astro, em São Paulo. Um bom programa para se fazer no Dia Mundial Sem Carro.

A ideia do evento é abrir a cabeça das pessoas para a mobilidade e todas as novas - e boas - possibilidades de se locomover pela cidadea. E, porque não, um motivo a mais para você participar da data mundial que, há seis anos, convida pessoas a refletirem sobre o uso de veículos motorizados.

O Campo do Astro fica localizado na rua Manuel Bordalo Pinheiro, no Parque Santo Antonio. Veja como chegar, clicando aqui.

Logo após o filme será realizado um debate que contará com a presença da cicloativista e Subprefeita Soninha Francine e do "zezinho" Marcos Lopes "Nenê". O bate-papo será mediado pela jornalista e apresentadora das Rádios Eldorado e Estadão ESPN Paulina Chamorro.

 

 

O Cinema de Bicicleta faz parte de uma série de outras atividades mobilísticas que o projeto Pedala Zezinho realizará durante todo o mês de setembro, no mesmo local.  Confira o calendário abaixo:

Oficinas de Bicicleta
Consertos de bicicletas e aulas rápidas sobre mecânica
Sábado, 24 de setembro, das 10h às 16h.

Cinema de Bicicleta
Quinta-Feira, dia 22 de setembro, das 19h às 22h.
Exibição especial do filma: “O Caminho das Nuvens”, com Wagner Moura e Cláudia Abreu.
Após a sessão, debate com: Soninha Francine, Paulina Chamorro e Marcos Lopes “Nenê”

Curtas-metragem (exibidos antes das sessões)
19 a 23/09 – sessões às 9h30, 13h30 e 15hs
26 a 30/09 – sessões às 13h30, 15hs e 19h30

Bicicletada de encerramento
Sábado, dia 24 de setembro, a partir das 16h. Não esqueça de trazer a sua bicicleta!

Para saber mais sobre o projeto, clique aqui


Escrito às 17h39 do dia 21 de setembro de 2011

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Texto: Tissiane Vicentin // Foto: Shékum


Adotar é tudo de bom!
 

Para incentivar a adoção, pet shops do Canadá e Estados Unidos vão parar de vender filhotes de cães e gatos. A partir de setembro, duas das maiores redes canadenses, o PJ's Pets e o Pets Unlimited, abrem mão de toda a venda de pets - uma de suas atividades mais rentáveis - para dar uma chance a diversos bichinhos que não possuem lar.

Essas empresas irão utilizar o espaço onde antes eram vendidos animais para darem lugar a fotos de bichinhos resgatados por Ongs e outras instituições. Algumas vitrines também vão exibir pequenos órfãos. Vale lembrar que aqueles que estavam sendo criados para serem vendidos também serão colocados para a adoção.

Já nos Estados Unidos, 35 cidades vão banir por lei todas as vendas de filhotes. A iniciativa foi realizada graças aos esforços da The Humane Society of the United States (A Sociedade Humana dos Estados Unidos, em tradução), a maior organização americana de proteção animal, e tem a intenção de mostrar que animais não são produtos - e que nem sempre os bichos fofos expostos nas gaiolas são criados em boas condições.

Assim como nos Estados Unidos, as redes canadenses farão ações de conscientização com a intenção de mostrar a importância da adoção de bichinhos.

Aqui no Brasil você também encontra diversos lugares que realizam feiras ou disponibilizam uma lista de animais para adoção. Em São Paulo, por exemplo, o Clube dos Vira-Latas recolhe cachorros de rua necessitados, tratam deles e depois, quando eles já estão aptos a receberem uma família, vão para a feira de adoção. O CãoPanheiro, de Curitiba, realiza o mesmo trabalho.

No site guiavegano.com e no queroumbicho.com.br também é possível achar animais para adoção em diversos estados. O último disponibiliza animais que foram recolhidos pela carrocinha e esperam por um dono. A Pedigree, uma das maiores marcas de ração canina, também é adepta ao movimento e disponiliza no site da campanha "Adotar é tudo de bom'' vários amiguinhos que aguardam por um lar.

Prefeituras também costumam realizar feiras de adoções. Informe-se!

 


Escrito às 12h25 do dia 31 de agosto de 2011

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Texto: Tissiane Vicentin // Foto: Julian Bialowas

Hoje, 19 de agosto, é Dia Mundial da Fotografia. Para comemorá-lo, nada melhor do que várias fotos inspiradoras! A dica do dia é o http://365q.ca/.

Nesse site você encontra uma porção de fotos lindíssimas, de paisagens arrasadoras. Cada foto possui uma frase que o autor julga melhor combinar com o momento e com o que ele sentiu ao tirá-la. A ideia é que a imagem, juntamente com a frase, possa te inspirar todos os dias, assim como ele se inspira! O responsável pelos cliques é o fotógrafo e designer gráfico canadense Julian Bialowas. No fim desse ano, o projeto - que recebeu o nome de 365 - será encerrado. Isso porque o objetivo de Julian é postar uma foto por dia, durante os 365 dias do ano.

A foto escolhida acima, por exemplo, retrata o dia de número 240 e revela a frase: "What are you waiting for" (O que você está esperando, em tradução livre).

Bacana, não? Clique aqui para acessar o site.

 

 


Escrito às 12h48 do dia 19 de agosto de 2011

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Texto: Tissiane Vicentin // Imagem: Divulgação/Ong charity:water
Água para a África

Dias antes do seu décimo aniversário, Rachel Beckwith pediu que não lhe dessem presentes. Em vez disso, realizassem uma doação à África, para a ONG charity:water, cujo principal objetico é desenvolver meios para que as crianças da região recebam água potável. Foi assim que a menina iniciou uma campanha de solidariedade em meados de junho.

Alguns dias depois de tornar a ideia pública, Rachel sofreu um grave acidente. O carro em que estava ficou preso em um engavetamento com outros 12, em uma rodovia da cidade de Seattle, Estados Unidos. Depois de um tempo sobrevivendo com a ajuda de aparelhos, a família decidiu deixá-la ir. Sua história foi tão comovente que milhares de pessoas se mobilizaram em prol da causa de Rachel, atendendo ao último pedido da garotinha. O que, inicialmente, tinha o objetivo de angariar US$ 300 (cerca de R$ 470), se tornou algo bem maior. Até o fechamento deste post, Rachel conseguiu US$ 805 mil (algo em torno de R$ 1,3 bi) para a causa.

Para saber mais sobre a Ong que a pequena Rachel queria ajudar, clique aqui, ou acesse o site www.charitywater.org
Para visitar a página da campanha que ela iniciou, clique aqui. Você ainda pode contribuir. A campanha expira daqui 17 dias e não há valor mínimo ou máximo para doação!


Escrito às 14h04 do dia 26 de julho de 2011

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Texto: Tissiane Vicentin // Imagem: Divulgação/IMV



Você já parou para pensar que não são todas as pessoas que têm acesso à leitura? Mesmo existindo as bibliotecas públicas, elas não estão disponíveis a moradores de rua que não possuem mais seus documentos.

Para ajudar a mudar essa realidade - pelo menos um pouquinho - o Instituto Mobilidade Verde (IMV) criou a primeira Bicicloteca, uma bicicleta equipada com um tipo de estante em sua traseira, capaz de abrigar até 150 quilos de livros, que serão distribuidos pelas ruas. A única regra que os beneficiados terão de seguir é: depois de lido, o livro deve ser repassado. Assim, mais e mais pessoas poderão vivenciar o mundo da leitura.

O projeto não poderia ter outro dia para ser lançado: hoje, 25 de julho, o Dia do Escritor. A primeira bicicleta itinerante foi doada ao Movimento Estadual de População em Situação de Rua de São Paulo. Até o final do ano, o IMV espera colocar em circulação mais 9 Biciclotecas para Ongs de todo o Brasil. Instituições interessadas em acolher a causa devem entrar em contato com o Instituto Movimento Verde e solicitar o pedido formalmente. (É só enviar um e-mail para contato@greenmobility.com.br)

O IMV dará prioridade àquelas Ongs que já realizam projetos semelhantes à Bicicloteca e possam arcar com os custos de manter a bicicleta itinerante na ativa (a manutenção do programa inclui desde a pessoa que "pilota" a bike, até manutenção do equipamento e programas de capacitação).

Fora isso, qualquer cidadão comum pode contribuir para o sucesso da Bicicloteca. Basta doar livros que você não utiliza mais e que estão em bom estado. Você pode entregá-los - ou enviá-los por correio - à Biblioteca Municipal Mário de Andrade, em São Paulo, que fica responsável por repassar todas as doações ao IMV. 

Endereço: Rua da Consolação, 94 (Mais informações pelo telefone: 3256-5270)

Os bicicletários do metrô também estão recebendo doações. http://www.metro.sp.gov.br/servicos/bicicletario/bicicletario.asp. Participe!

 

A partir do dia 26 de julho, a Bicicloteca entra em circulação nas principais praças públicas de São Paulo.

Cronograma

26/07 - Praça da Sé das 9 às 17h

27/07 - Praça da Sé das 9 às 17h

28/07 - Praça da Patriarca das 9 às 17h

29/07 - Vale do Anhangabaú das 9 às 17h

 

Quem se interessar também pode se candidatar como voluntário do programa, para ler histórias e acompanhar toda a trajetória da Bicicloteca. Para se inscrever entre em contato com o Presidente do Movimento Estadual da População em Situação de Rua, Robson Mendonça (situacarderua@yahoo.com.br) ou com Nina Orlow (ninaorlow@gmail.com)

Para saber mais sobre o projeto, clique aqui.

 


Escrito às 15h25 do dia 25 de julho de 2011

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Texto: Tissiane Vicentin // Imagem: SOS Mata Atlântica



Se você está cansado de ficar horas e horas parado no trânsito, mas não sabe como escapar dessa, apresentamos-lhe a solução: deixe seu carro em casa e vá de galinha!

Essa é a chamada de uma campanha da ONG SOS Mata Atlântica. A ideia é mostrar às pessoas que elas não precisam ficar presas no trânsito, andando a 15 km/h, na mesma velocidade que uma galinha - ou ainda mais devagar. Existem possibilidades de fuga em outros meios de transporte.

No site da campanha você encontra sugestões de alternativas e ainda tem a oportunidade de participar de um abaixo-assiando fotográfico, mostrando quanto tempo você gasta no trânsito. Confira: http://www.vadegalinha.org.br/


Escrito às 16h48 do dia 13 de julho de 2011

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Texto: Tissiane Vicentin // Imagem: SescPR


Se você é do tipo que todo mês promete a si mesmo que fará exercícios físicos e nunca cumpre a proposta, hoje é um belo dia para não fugir com uma desculpa qualquer.

Para quem não sabe, toda última quarta-feira de maio é comemorado o Dia do Desafio. Esse ano, o evento acontece hoje, 25. Criado no Canadá, em 1983, o evento visa incentivar os mais preguiçosos a praticar, ao menos, 15 minutos de atividades físicas durante o dia. Vale qualquer esporte, como caminhada, ciclismo, corrida, gincanas, natação e o que mais a sua imaginação mandar!

Para quem já é adepto à vida esportiva, é um dia a mais para comemorar. Em São Paulo, o evento é coordenado pelo Sesc, que reservou um dia inteiro de atividades para quem quiser participar! E, sim, para fazer a sua parte é bem simples: basta entrar no site do Sesc, se inscrever e se exercitar!

Para saber mais sobre o Dia Mundial do Desafio, acesse o site oficial do evento, clicando aqui. E não esqueça de nos contar como foi a sua aventura!

 


Escrito às 14h13 do dia 25 de maio de 2011

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Texto: Tissiane Vicentin // Foto: Attitude is Altitude

Nick Vujicic é australiano. Teve uma rara síndrome chamada de Tetra-amelia e, por conta disso, nasceu sem os dois braços e nenhuma perna. Ele teve que enfrentar diversos percalços em seu caminho, mas, apesar de tudo, ele leva a vida de uma forma leve e humorada. O segredo de toda essa força? Abrir a mente e encarar cada novo dia de uma forma positiva.

Com 17 anos, abriu sua própria ONG, a Life Without Limbs ("Vida Sem Membros", em tradução), marcando o início de uma mudança, não somente da realidade em que Nick vivia, mas também da de todos ao seu redor.

Hoje, Nick dá palestras sobre deficiência e o sentido da vida a diversos grupos, de jovens estudantes a grandes empresários e até mesmo presidiários. Não há limites!

Veja uma delas abaixo e inspire-se a olhar a vida com uma outra perspectiva!

  

 

Para saber mais sobre o trabalho que Nick desenvolve, clique aqui e visite o site (em inglês).

Mais sobre a ONG Life Without Limbs, clique aqui.


Escrito às 17h04 do dia 20 de maio de 2011

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