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Geral

Um lugar para as magrelas

Texto: Jeanne Callegari
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Mauá é uma cidade do ABC paulista. A menos de uma hora da capital, sofre os mesmos problemas de outros municípios da região, como trânsito e poluição. Também não é particularmente conhecida por ser amigável às bicicletas, já que a estrutura cicloviária, como em muitos locais do Brasil, é inexistente.

Mas foi em Mauá que surgiu uma das iniciativas mais interessantes de apoio aos ciclistas urbanos do Brasil: a Ascobike, que fica ao lado de uma estação de trem. Com espaço para cerca de 1700 magrelas, é o maior bicicletário da América Latina. Mas o Ascobike é mais que isso. É também uma associação de ciclistas, que, mediante uma mensalidade, podem contar com assistência técnica e legal, chuveiro, eventos especiais e educação para o trânsito. O espaço funciona 24 horas por dia. Faça chuva ou faça sol, as bicicletas não param de chegar. Para quem não é associado, basta pagar R$ 1 para guardar a bike.

A Ascobike é um projeto simples que resolveu a vida de milhares de pessoas que usam a bicicleta para chegar ao trabalho. Com essa estrutura, fica fácil deixar o carro ou moto em casa ou mesmo economizar uns trocados do ônibus. Prova de que, para fazer a diferença, basta um pouco de boa vontade.

O pessoal do StreetFilms, que faz parte do Livable Streets, um movimento para tornar as cidades mais “vivíveis”, fez um vídeo sobre a Ascobike, contando o quanto o projeto é legal. Confira abaixo:


Escrito às 16h23 do dia 01 de outubro de 2009

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Comentários:
Muito bom este post, realmente as soluções para o uso de bicicletas como meio de transporte podem ser simples. De certa forma combina com o meio de transporte que em seu todo de certa forma é algo bem simples. Espero que questões como essa que trazem aqui ganhem sempre mais espaço nas mídias e nas ruas. Obrigado, matias
Matias Mickenhagen
[...] por exemplo, bastaria sinalizar as ruas. Em Mauá, você tem, por exemplo, o bicicletário da Ascobike. Cada bicicleta pendurada lá significa cerca de R$ 100 a mais no bolso do trabalhador por mês. [...]
Ativista sob duas rodas « Revista Sorria* - Blog
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