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É pique, é pique, é pique

Não há comida mais festiva do que bolo. Nem olhos que não brilhem quando ele chega à mesa, nos momentos finais do evento (o bom e velho costume de comer o melhor por último?). Ai de quem quiser deixar uma festa sem prová-lo. “Não vai comer nem um pedacinho?” é a súplica (autoritária e carinhosa) das anfitriãs. O mistério é entender por que esse é o doce oficial dos momentos especiais. De histórico, sabe-se que, pelo menos desde o ano 100 a.C., os romanos acreditavam que o bolo de casamento trazia sorte e fertilidade aos noivos. As velinhas seriam sinal de proteção, homenagem à deusa Artêmis, representada na mitologia grega pela lua, a guardiã da Terra. De prático, o que pode ter garantido o encanto do bolo até hoje é sua vocação para ser compartilhado. E especialmente para ser feito como arte, no capricho. Nenhum bolo é bolo sem uma cobertura brilhante como veludo ou talhada feito renda, sem confeitos, frutas ou biscuits, sem ter um toque pessoal do cozinheiro ou um tema caro ao homenageado. Preparar um bolo é levar um pouco de fantasia à mesa, fazer da refeição um momento notável, colocar as mãos na massa embalado por uma vontade de celebrar a vida. Não espere a próxima festa e vá pra cozinha.
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CUPCAKE DE CHOCOLATE Pra fazer do dia-a-dia uma festa, dê graça ao seu jantar ou café da manhã de domingo com um cupcake (em português, bolo de xícara), um clássico americano. A massa é delicada, o tamanho é prático e o visual, lindo |
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